- O senador Marcos Pontes defendeu que senadores se abstenham na sabatina de Jorge Messias ao STF para tornar pública a posição contrária, mesmo com voto secreto.
- Pontes afirma que o painel eletrônico permite identificar quem votou contra e quem apenas registrou presença, deixando dúvida sobre o posicionamento real.
- Segundo ele, quem vota aparece com o nome destacado em amarelo, enquanto quem apenas registra presença fica em branco.
- A abstenção, na visão dele, seria a única forma eficaz de demonstrar oposição à indicação de Messias.
- Pontes pediu que senadores compareçam, registrem presença e não participem da votação, incentivando cobranças públicas dos eleitores.
Marcos Pontes, senador pelo PL de São Paulo, sugeriu que senadores se abstenham na votação da indicação de Jorge Messias ao STF. A ideia é tornar público o posicionamento contrário, mesmo com o voto sigiloso.
Pontes afirmou, em publicação nas redes, que o painel eletrônico pode identificar quem votou contra ao registrar presença. Segundo ele, quem vota aparece com o nome destacado; quem apenas registra presença fica em branco.
Para o parlamentar, a abstenção seria a única forma de tornar visível a oposição à indicação. Ele pediu que senadores participem da sessão, registrem presença e não votem.
Pontes também incentivou eleitores a cobrirem publicamente o posicionamento de seus representantes. A votação, porém, requer 41 votos favoráveis entre 81, não sendo influenciada pelo número de abstenções.
Como funciona o painel de votos
Senadores que votam aparecem com o nome destacado no painel. Os que apenas registram presença não votam e deixam o espaço em branco, segundo a proposta de Pontes. O objetivo é ampliar a transparência.
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