- O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, anunciou queda de 400 mil pessoas na fila de benefícios do INSS de fevereiro para março, equivalente a 12,9%.
- O INSS trocou de presidente recentemente; Ana Cristina Silveira assumiu e apresentou o plano “Acelera INSS” para reduzir o estoque de pedidos com mais de 45 dias.
- A fila de requerimentos aguardando resposta caiu de 2,73 milhões em fevereiro para 2,53 milhões em março.
- A fila foi dividida em três partes: menos de 45 dias (1,099 milhão), mais de 45 dias (1,060 milhão) e requerimentos que demandam ação do cidadão (458 mil).
- Meta de noventa dias: reduzir o estoque acima de 45 dias de 1 milhão para 400 mil; haverão revisões quinzenais e medidas estruturais para estabilizar concessões.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, informou que a fila de benefícios aguardando resposta do INSS recuou em fevereiro para março, com cerca de 400 mil pessoas a menos. O recuo representa queda de 12,9% no total de requerimentos em análise.
Queiroz destacou que os números devem ser mantidos e citou a tendência de março para abril para sustentar o patamar. A declaração ocorreu na abertura do Conselho Nacional da Previdência Social CNPS.
O INSS passou por mudança de comando nas últimas semanas para enfrentar o estoque de requerimentos. Ana Cristina Silveira assumiu a presidência e apresentou o programa Acelera INSS, cuja meta é reduzir a fila acima de 45 dias em três meses.
A nova presidente explicou que a fila de requerimentos saiu de 2,73 milhões em fevereiro para 2,53 milhões em março. Em sua primeira participação no CNPS, ela detalhou a divisão da fila em três blocos: menos de 45 dias, mais de 45 dias e ações que dependem do cidadão.
Acelera INSS e metas
O plano estabelece reduzir, em 90 dias, a fila acima de 45 dias de 1 milhão para 400 mil, o que, segundo a chefe do órgão, pode impactar o tempo médio de decisão e a idade média do estoque de reconhecimento inicial de direitos.
Silveira sinalizou que 40% dos benefícios negados voltam a ser requeridos, contribuindo para atrasos na concessão. Além das medidas emergenciais, o programa prevê revisões quinzenais ao seu fim e medidas estruturais para estabilizar requerimentos e concessões.
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