- O deputado federal Leo Prates (Republicanos) foi indicado para a relatoria da Comissão Especial que discutirá o fim da escala 6×1.
- Em parecer, defende a mudança na jornada de trabalho de forma escalonada até 2028, com até 42 horas semanais a partir de 1º de janeiro de 2027 e até 40 horas semanais a partir de 1º de janeiro de 2028.
- O relatório também admite a implementação da escala 4×3, desde que seja aprovada em convenção coletiva.
- A indicação foi anunciada em coletiva de imprensa no dia 2 de abril; a presidência da comissão ficará com o deputado Alencar Santana (PT-SP), segundo Hugo Motta.
- A expectativa é de envio do texto ao plenário ainda em maio; Prates destacou a importância de discutir um novo arranjo laboral para o futuro das famílias e dos trabalhadores, especialmente das mulheres.
O deputado federal Leo Prates (Republicanos) assume a relatoria da Comissão Especial que discutirá o fim da escala 6×1. Em parecer anterior, ele já apoiou uma transição escalonada para uma jornada de 4×3, desde que haja aprovação em convenção coletiva.
A indicação foi anunciada durante coletiva de imprensa nesta terça-feira, 2 de abril. Prates preside a Comissão de Trabalho da Câmara e é aliado próximo do atual presidente da Casa, Hugo Motta. O parecer defendido envolve uma transição gradual até 2028.
Cronograma proposto
Segundo o texto, a jornada não poderá exceder 42 horas semanais a partir de 1º de janeiro de 2027. A partir de 1º de janeiro de 2028, a jornada cairia para 40 horas semanais. Prates argumenta que o período de transição permitiria aos empregadores buscar ganhos de eficiência para absorver o custo adicional do trabalho.
Motta informou que a presidência da Comissão Especial ficará com Alencar Santana (PT-SP). A expectativa é de que o projeto seja encaminhado ao plenário ainda em maio. Prates destacou a importância de discutir um novo arranjo laboral para o futuro das famílias e dos trabalhadores, com atenção especial às mulheres.
Contexto e próximos passos
A pauta envolve setores diversos e disputa pontos relevantes para o mercado de trabalho. A Câmara analisa o impacto econômico, a compatibilidade com acordos coletivos e a viabilidade de implementação em diferentes setores da economia.
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