- O Coaf aponta que o grupo J&F transferiu R$ 25,9 milhões para a PHB Holding, que comprou, em 2025, a participação da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná.
- Investigadores estão irritados com a demora na delação do banqueiro Daniel Vorcaro, considerada peça-chave para avançar as apurações.
- O ministro Gilmar Mendes prepara a maior edição do Fórum de Lisboa, o “Gilmarpalooza”, com críticas à transparência e a possíveis conflitos de interesse, após revelações ligadas ao Banco Master.
- O governo Lula trabalha para aprovar Jorge Messias no STF, buscando apoio do Senado e ajustando a composição da CCJ para reduzir surpresas na sabatina.
- A operação de mudança na CCJ envolve retirar Sergio Moro da comissão e colocar Renan Filho, alterando o equilíbrio de forças em favor da indicação.
O Sem Rodeios desta terça-feira traz o relato de que o grupo J&F transferiu 25,9 milhões de reais para a PHB Holding. A empresa comprou, em 2025, a participação da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná, segundo o Estadão.
Investigadores apontam atraso na delação do banqueiro Daniel Vorcaro como entrave relevante. A demora no acordo é vista como apontando para informações decisivas que ainda não chegaram às apurações em curso.
A demora tem provocado irritação entre autoridades e advogados, que avaliam impactos no ritmo das investigações. A pauta envolve operações financeiras e a menção ao entorno do ministro Toffoli.
Desdobramentos no cenário político
O ministro Gilmar Mendes prepara a maior edição do Fórum de Lisboa, o chamado Gilmarpalooza, em meio às repercussões do caso Banco Master. O evento deve reunir autoridades, empresários e magistrados em Portugal.
Paralelamente, o governo Lula atua para aprovar Messias no STF. A articulação envolve mudanças na CCJ do Senado e a escolha de Renan Filho, com o objetivo de manter apoio à indicação e evitar surpresas na sabatina.
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