- Tarifa global de 10% sobre muitos produtos importados, com exceções, para reequilibrar o comércio.
- Tarifas de 10% a 50% em itens industriais específicos, aplicadas a importações consideradas críticas para a segurança nacional.
- Ações utilizam a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 para uma cobrança ampla de 10% e a Seção 301 para investigações que podem resultar em novas tarifas.
- Países como China, além de acordos com Japão, Suíça e Coreia do Sul, estão no centro das medidas; acordos existentes ficaram em suspenso ou em renegociação.
- A regra de isenção de mil dólares por envio (de minimis) foi encerrada, impactando importações de menor valor e o comércio eletrônico.
O governo dos Estados Unidos mantém uma lista de tarifas em vigor, reativada após decisões judiciais e ações do próprio presidente. Em prática, há uma tarifa global de 10% sobre muitos produtos importados, com exceções para itens específicos, e tarifas entre 10% e 50% para setores considerados estratégicos à segurança nacional.
As medidas foram implementadas durante o segundo mandato do presidente, com objetivo declarado de reequilibrar a balança comercial, aumentar receita federal e estimular produção doméstica. Além disso, o governo abriu investigações de práticas comerciais com dezenas de países, para possível elevação de tarifas adicionais.
Entre as ações, o governo utilizou o Artigo 122 da Trade Act de 1974 para uma tarifa de 10% sobre várias importações, com vigência prevista de 150 dias, sujeita a extensão pelo Congresso. Investigações pelo Artigo 301 também prometem tarifas amplas, nos moldes das sanction anteriores.
O país manteve negociações com parceiros chave, como União Europeia, Japão, Suíça e Coreia do Sul, com acordos cuja aplicação ficou em suspense após decisões judiciais sobre a base legal dos valores tarifários. Em relação à China, as tarifas foram parte de uma escalada que recentemente ficou mais contida após trégua temporária.
Alguns setores foram tocados por tarifas específicas, incluindo aço, madeira, automóveis e alguns medicamentos estrangeiros. Em paralelo, a administração sinalizou revisão de acordos sob a nova realidade legal, com expectativa de novas medidas dependendo dos desdobramentos das investigações em curso.
Aqueles impactos já se refletem no custo de insumos para empresas e no preço final para consumidores. A política tarifária permanece sob escrutínio, com impactos avaliados sobre a economia interna e as relações comerciais internacionais.
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