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PF faz operação contra corrupção na alfândega do Porto do Rio

Operação Mare Liberum mira esquema de facilitação de contrabando na alfândega do Porto do Rio de Janeiro, com 45 mandados; afastamentos de 17 auditores e oito analistas, e bloqueio de bens (RJ e ES)

PF deflagra operação para combater corrupção na alfândega do Porto do Rio
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Mare Liberum para investigar facilitação de contrabando e descaminho na alfândega do Porto do Rio de Janeiro, com apoio do GAeco e da Corregedoria da Receita Federal.
  • A apuração aponta um esquema envolvendo importadores, despachantes aduaneiros e servidores públicos para liberação irregular de cargas e possível redução indevida de tributos.
  • Ao todo, são cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
  • Foram afastados 17 auditores fiscais e 8 analistas tributários; houve bloqueio de bens e restrições ao exercício profissional.
  • Os investigados podem responder por corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, conforme o avanço das investigações.

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (28), a Operação Mare Liberum para investigar um esquema de facilitação de contrabando e descaminho na alfândega do Porto do Rio. A ação ocorre no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, com apoio do GAeco do Ministério Público Federal e da Corregedoria da Receita Federal. O objetivo é apurar irregularidades na liberação de cargas.

Segundo as informações já colhidas, o grupo investigado reúne importadores, despachantes aduaneiros e servidores públicos, atuando para liberar cargas de forma irregular. Há indícios de divergências entre os produtos importados e os declarados, além de possível redução indevida de tributos.

Ao todo, estão cumpridos 45 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Também foram determinadas medidas como o afastamento de 17 auditores fiscais e oito analistas tributários, além do bloqueio de bens e restrições ao exercício profissional.

Os investigados poderão responder por crimes como corrupção, associação criminosa, contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro, conforme o avanço das investigações.

Mandados, afastamentos e próximos passos

A operação continua em andamento, com trabalhos de coleta de provas e análise de documentos.

Contexto institucional da ação

A atuação envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Federal por meio do GAeco e a Corregedoria da Receita Federal.

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