- O PSOL afirmou que não há plano B para a segunda vaga do Senado em São Paulo além da candidatura de Marina Silva (Rede).
- A vaga está disputada entre Marina Silva e Márcio França (PSB), com conversas em curso para fechar um entendimento na federação PSOL-Rede.
- Paula Coradi participou de um jantar em São Paulo com empresários do grupo Esfera Brasil; estiveram presentes Renata Abreu e Ciro Nogueira.
- Lideranças do PT atuam com cautela, dizendo que a definição sobre o Senado caberá ao ex-ministro Haddad.
- Além disso, há menções a Simone Tebet (PSB) buscando espaço, e a possível indicação de quadro do PSB para a vice na chapa de Haddad, em meio a equilíbrios políticos regionais.
O PSOL afirmou nesta segunda-feira (27) que não há plano B para a segunda vaga ao Senado por São Paulo além da candidatura de Marina Silva (Rede). A declaração foi feita pela presidenta nacional do PSOL, Paula Coradi, em meio ao impasse sobre a composição da chapa.
A disputa pelo Senado estadual envolve Marina Silva e Márcio França (PSB), com a federação PSOL-Rede na pauta. A decisão sobre a chapa está em aberto, dependendo de acordos que estão sendo articulados.
Coradi participou de um jantar com empresários do grupo Esfera Brasil, em São Paulo, ao lado de Renata Abreu (Podemos) e Ciro Nogueira (PP). Ela destacou a necessidade de diálogo entre as siglas para fechar o entendimento, mantendo o foco na vaga ao Senado.
Situação da chapa em SP
A composição liderada pelo ex-ministro Fernando Haddad (PT) também contempla espaço para o Senado com Simone Tebet (PSB) já anunciando pré-candidatura. França chegou a cogitar disputar o governo estadual, mas passou a mirar a Casa Alta após conversas com o PT.
Houve ainda menções à possibilidade de indicar um quadro do PSB como vice na chapa de Haddad, com referências a França. Analistas internos apontam a importância de dialogar com setores próximos a Kassab, buscando equilíbrio entre alianças.
Lideranças petistas têm adotado cautela. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a definição caberá a Haddad, mantendo o tom neutro frente ao impasse.
Entre na conversa da comunidade