- Em menos de 24 horas da sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, houve reunião entre Messias e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, em Brasília.
- A reunião é vista como o início da ofensiva final do governo para obter votos a favor da aprovação do indicado ao Supremo Tribunal Federal.
- Interlocutores indicam um piso de votos acima do mínimo de 41 no plenário, destacando a importância da articulação nos bastidores para evitar surpresas.
- O Planalto reorganizou a CCJ, com substituições de titulares e suplentes, buscando reduzir críticos e ampliar o peso de aliados.
- Messias prepara a sabatina concentrando-se em temas relevantes para a Corte, com orientação de manter tom equilibrado e enfatizar sua atuação na Advocacia-Geral da União.
A menos de 24 horas da sabatina de Jorge Messias na CCJ do Senado, o encontro com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, sinalizou a ofensiva final do governo para assegurar a aprovação do indicado ao STF. A reunião ocorreu em Brasília e foi interpretada como sinal de alinhamento institucional.
Após a conversa, aliados ressaltaram que, embora haja resistências, o desfecho dependerá mais da articulação nos bastidores do que de embates públicos. A leitura é de que o plenário pode confirmar o vaga, mesmo sem margem ampla de tranquilidade.
O Planalto reagiu com uma reorganização na CCJ, trocando senadores titulares e suplentes. A chamada dança das cadeiras visa reduzir críticos e ampliar votos alinhados, buscando controlar o ambiente já na primeira etapa da tramitação.
Movimentação no Senado
A ofensiva envolve acenos de aproximação aos diferentes blocos e encontros informais para alinhar perguntas previstas na sabatina. A estratégia busca evitar surpresas negativas durante o debate com Messias.
Nos bastidores, aliados orientam manter tom equilibrado durante a sabatina, sem confrontos diretos com o STF. A ideia é apresentar ética pública e autocontenção como pilares da defesa do indicado.
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