- Simone Tebet afirma que o governo precisa rever a comunicação com a população, diante do descompasso entre indicadores econômicos e percepção social.
- Ela diz que o problema não é apenas da gestão, mas da classe política como um todo.
- A ex-ministra aponta o endividamento elevado das famílias como parte da razão pela qual resultados positivos não chegam ao cotidiano das pessoas.
- Fatores citados incluem consumo impulsivo após a pandemia, acesso facilitado ao crédito e apostas online, que ampliam o endividamento.
- Tebet admite falhas na comunicação e destaca a necessidade de falar com jovens nas redes sociais e com trabalhadores; a entrevista será exibida no canal VEJA+.
Simone Tebet defende revisão da comunicação do governo diante do descompasso entre indicadores econômicos e percepção da população. Em entrevista ao programa Amarelas On Air, da revista VEJA, a pré-candidata ao Senado pelo PSB afirma que é preciso ajustar a forma de diálogo com o eleitorado.
A ex-ministra do Planejamento aponta que, apesar de avanços em emprego, renda e crescimento, os números não se traduzem em melhoria percebida pelos cidadãos. Ela atribui parte da desconexão ao endividamento elevado das famílias, que pesa na avaliação sobre a economia.
Segundo Tebet, fatores como consumo impulsivo pós-pandemia, crédito mais acessível e apostas online ajudam a distorcer a percepção pública. Ela admite falhas na comunicação dos resultados econômicos e enfatiza a necessidade de linguagem mais clara nas redes sociais.
A pré-candidata destaca ainda que a percepção negativa não decorre apenas da comunicação, mas da realidade financeira das famílias. O endividamento recorde, segundo ela, faz com que muitos brasileiros não percebam melhoras mesmo com indicadores positivos.
A entrevista completa será exibida no canal VEJA+.
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