- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, diz que não houve aproximação com Jorge Messias no encontro com Cristiano Zanin, na casa do ministro do STF.
- O vazamento do encontro, divulgado perto da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, é visto por aliados como tentativa de constrangê-lo.
- Messias pediu apoio a Alcolumbre para a sabatina, mas o senador apenas cumprimentou e não participou do pedido.
- A reação de Alcolumbre não muda a condução do processo; ele disse que cumprirá o rito constitucional.
- Governação permanece confiante: há expectativa de pelo menos 44 votos para Messias, acima dos 41 necessários.
O vazamento sobre o encontro entre o ministro Cristiano Zanin, o senador Davi Alcolumbre e Jorge Messias gerou desconforto entre aliados do presidente do Senado. O episódio ocorreu na casa de Zanin, com Messias participando sem ter sido previamente marcado. Alcolumbre nega qualquer aproximação com o indicado por Lula.
Segundo apuração, Messias pediu apoio à sabatina na CCJ, mas Alcolumbre apenas cumprimentou e não se posicionou a favor. O encontro teria sido marcado como ocasião entre amigos, mas acabou revelando tensões políticas. A reação do presidente do Senado foi de manter o rito e a condução do processo com tranquilidade.
Aliados de Alcolumbre afirmam que o vazamento busca constrangê-lo antes da votação, prevista para esta semana. A postura do senador é de não comprometer o calendário, mantendo silêncio sobre o apoio a Messias. A narrativa pública aponta resistência ao nome e preservação do protocolo institucional.
Contexto político da sabatina
Fontes próximas ao governo dizem que a base está otimista com a votação, que pode ocorrer na quarta-feira. Estima-se que Messias tenha pelo menos 44 votos, acima dos 41 necessários para aprovação. A bancada afirma seguir critérios constitucionais, sem pressões externas.
Implicações para a articulação no Senado
Observadores destacam que o episódio pode influenciar negociações entre partidos. Há expectativa de que o resultado da sabatina influencie a composição de futuras indicações. A Câmara não tem participação direta nesse processo, que ocorre apenas na CCJ do Senado.
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