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Alcolumbre abraça Jaques Wagner após rejeição de Messias

Senado rejeita Messias ao STF por oito votos; Alcolumbre avisou Wagner da derrota e, após o resultado, houve abraço entre o presidente do Senado e o líder do governo

Davi Alcolumbre (União-AP), abraçou o líder do governo na Casa, senador Jaques Wagner (PT-BA), após rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF
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  • O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF por 42 votos a 34.
  • Pouco antes da votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cochichou a Jaques Wagner que Messias “vai perder por oito”.
  • O áudio do cochicho foi captado pelo microfone e exibido pela TV Senado.
  • Após a derrota, Wagner foi ao Palácio da Alvorada para se reunir com o presidente Lula.
  • A indicação de Messias acirrava a relação entre Congresso e governo desde novembro, com Alcolumbre defendendo Rodrigo Pacheco para a vaga.

O Senado rejeitou, por 42 votos a 34, a indicação de Jorge Messias ao STF. A notícia repercutiu no plenário e no Palácio do Planalto, provocando uma corrida de mensagens entre membros da base governista. A votação encerrou um impasse criado desde novembro do ano passado.

Logo após o resultado ser exibido no telão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, procurou Jaques Wagner, líder do governo na Casa, para um gesto de cortesia: um abraço que chamou atenção. O momento ocorreu logo após o anúncio da derrota.

Antes da leitura do resultado, Alcolumbre havia endurecido o tom ao cochichar uma previsão ao colega de bancada. Segundo apuração, o tom de voz indicava convicção sobre a derrota de Messias, o que acabou sendo captado pelo microfone e exibido pela TV Senado.

Repercussos internos no Congresso e no Planalto

Wagner, que defendia a indicação, questionou o placar com Alcolumbre ainda no plenário. O líder do governo participou ativamente das negociações ao longo do processo, marcado por longos meses de impasse.

Após a derrota, Wagner foi ao Palácio da Alvorada, onde se reuniu com o presidente Lula. Ainda no Congresso, o líder governista classificou o desfecho como uma surpresa e afirmou que esperava votos entre 44 e 45 favoráveis à aprovação.

Desde a indicação, em novembro, a escolha de Messias tensionsa a relação entre Congresso e governo. Alcolumbre defendia o nome de Rodrigo Pacheco para ocupar a vaga, gerando descontentamento entre setores da base do governo.

Detalhes adicionais sobre o episódio

A votação ocorreu após meses de negociações e críticas ao processo de indicação. A derrota representou um desfecho relevante para a relação entre o Planalto e o Legislativo, com impactos ainda a serem avaliados pelas lideranças. A Reuters, a CNN Brasil e outros veículos acompanharam o desfecho.

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