- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse a pelo menos três colegas que não colocará em votação nova indicação ao STF antes das eleições de outubro.
- Ele afirmou que não faz sentido apreciar um nome indicado pelo presidente Lula a menos de seis meses das eleições.
- A posição valeria também para a possível indicação do senador Rodrigo Pacheco ao STF, que era o nome preferido de Alcolumbre.
- Lideranças bolsonaristas apontam que a direita foi responsável por 30 dos 42 votos contrários a Messias, com Alcolumbre atuando diretamente por 12.
- O cenário sugere atraso de qualquer confirmação até o pleito presidencial.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse a pelo menos três colegas nos últimos dias que não colocará em votação nenhuma nova indicação ao STF antes das eleições de outubro. A informação foi confirmada por parlamentares ouvidos pela CNN.
Segundo relatos, Alcolumbre entende que não faz sentido analisar um nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a menos de seis meses do pleito. A posição é apresentada como princípio de atuação do Senado nesse intervalo.
Pelo menos um dos nomes cotados como possível indicação, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), é citado entre as possibilidades que estariam sob avaliação de Alcolumbre, conforme interlocutores próximos ao amapense. A preferência dele, segundo as fontes, seria por esse nome.
Lideranças bolsonaristas teriam apontado que a direita respondeu por 30 dos 42 votos contrários a Messias no plenário, com Alcolumbre atuando diretamente para outros 12 votos, conforme relatos de pessoas próximas aos movimentos. As informações foram apuradas pela CNN.
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