- A indicação de Jorge Messias ao STF foi rejeitada pelo Senado na noite de quarta-feira (29).
- Na sabatina, a CCJ aprovou a indicação por 16 votos a 11, seguindo para o Plenário.
- No Plenário, Messias teve a aprovação rejeitada por 42 votos a 34.
- Messias disse que o Senado é soberano e que a derrota faz parte do processo democrático, agradecendo pelos votos recebidos.
- O advogado-geral da União desde 2007 afirmou que a rejeição é apenas mais uma etapa de sua vida após meses de tentativa de “desconstrução” do seu nome.
Após a rejeição da indicação ao STF, o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o Senado é soberano e tratou a derrota como parte do processo democrático. Ele destacou que o Plenário do Senado é soberano e agradeceu pelos votos recebidos, afirmando que é natural aprender com vitórias e derrotas.
Antes da avaliação no Plenário, Messias passou pela sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com aprovação de 16 votos a 11. Em seguida, a indicação seguiu para votação no Plenário, onde recebeu 34 votos favoráveis e 42 contrários.
O atual servidor público da procuradoria da Fazenda Nacional desde 2007 ressaltou que a rejeição não encerra sua trajetória, mas sim abre ciclo de continuidade em sua carreira. Segundo ele, a contenda teve influência de um período de tentativa de desconstrução de seu nome desde o anúncio até a votação.
Desfecho da sabatina e votação
O ministro da Justiça da época e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram a indicação de Messias ao STF, mas o Senado optou pela rejeição, mantendo o equilíbrio entre o Executivo e o Legislativo. O episódio é visto como um marco de prerrogativas do Legislativo na aprovação de nomeações para o STF.
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