- Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência (SRI), reagiu nas redes sociais à rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF, dizendo que o Senado sai menor daquele episódio.
- O Senado rejeitou Messias por 42 votos a 34, após oito horas de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
- Messias era ex-advogado-geral da União indicado pelo Palácio do Planalto para o Supremo Tribunal Federal.
- A votação no plenário ocorreu após cinco meses de impasse na indicação; governo dizia ter cerca de 45 votos, oposição mencionava ao menos 30 contrários; a sessão foi secreta.
- Na CCJ, o placar foi de 16 votos a 11 a favor da indicação.
O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, reagiu nas redes sociais à rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF. A declaração ocorreu após a votação no Senado nesta quarta-feira (29).
Boulos afirmou que a aliança entre o bolsonarismo e a estratégia de chantagem política venceu o nome indicado para o Supremo, sugerindo que o Senado sai menor desse episódio.
O governo estimava ter apoio de cerca de 45 senadores, enquanto a oposição falava em pelo menos 30 votos contrários. A votação ocorreu em segredo, gerando incerteza sobre o resultado final.
Resultado e desdobramentos
A rejeição terminou com 42 votos favoráveis à derrota de Messias contra 34 contrários, definindo a derrota histórica do governo. O plenário concluíu a análise após oito horas de sabatina na CCJ, que registrou 16 votos a 11.
Messias foi sabatinado após cinco meses de impasse envolvendo a indicação feita pelo Palácio do Planalto. O processo seguiu para o pleito final no plenário, onde o parecer da CCJ foi ratificado com o placar adverso.
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