- Durante sabatina de Jorge Messias no Senado, nesta quarta-feira, 29, o nome de Caetano Veloso ficou no centro de um embate na CCJ, na análise da indicação ao STF.
- O senador Márcio Bittar afirmou que o cantor teria pegado em armas durante a ditadura militar.
- Otton Alencar, presidente da CCJ, contestou a fala de Bittar e citou um comentário de Gabeira e Caetano Veloso sobre “lutar pela ditadura do proletariado”.
- Alencar pediu que a fala fosse retirada e defendeu Caetano Veloso, dizendo que ele “nunca pegou em armas” e que dedicava-se à música.
- A sessão manteve o tom de debate entre parlamentares, sem confirmação de outras acusações específicas durante a sabatina.
Durante a sabatina de Jorge Messias no Senado, nesta quarta-feira, 29, a CCJ discutiu a atuação do indicado ao STF e acabou envolvendo o cantor Caetano Veloso, em um embate entre parlamentares.
O senador Márcio Bittar, do PL de Acre, afirmou que Veloso teria feito uso de armas durante a ditadura militar. A alegação provocou resposta imediata do presidente da CCJ, Otto Alencar, que contestou a leitura da situação.
Alencar solicitou que a fala fosse retirada do debate e defendeu o cantor, dizendo que a crítica não procede. Em tom firme, pediu que se esclarecesse que Caetano Veloso jamais utilizou armas, apenas a apresentação musical.
O episódio abriu uma avaliação sobre a linha de argumentação na sabatina, com pauta central ainda centrada na apreciação da indicação de Messias ao STF. A sessão seguiu com a discussão sobre o mérito do indicado.
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