- O ex-presidente Jair Bolsonaro segue em prisão domiciliar em Brasília desde 27 de março, com prazo inicial de noventa dias autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes.
- Carlos Bolsonaro disse que Bolsonaro está triste por não poder receber visitas durante o regime, citando o limite de duas horas para visitas de filhos.
- O filho afirmou que as restrições dificultam a presença de familiares distantes, amigos e aliados políticos.
- Bolsonaro continua participando de articulações políticas, como a elaboração de uma lista de candidatos ao Senado; o senador Flávio Bolsonaro pode visitá-lo com autorização ampliada por atuar como advogado no processo.
- A condenação de Bolsonaro permanece: vinte e sete anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes; a saúde é atualizada, com menos crises de soluço e previsão de cirurgia no ombro em breve.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quarta-feira (29/4), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está triste por não poder receber visitas durante o período de prisão domiciliar. A declaração foi publicada nas redes sociais após visita em Brasília.
Segundo Carlos, ele precisou deixar a residência após o limite de duas horas para visitas de filhos. A restrição impede que Bolsonaro receba familiares distantes, amigos e aliados políticos. Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março.
Carlos relatou que as condições do regime de cumprimento da pena parecem visarem afastar Bolsonaro do cenário nacional. O filho também atualizou o estado de saúde do pai, dizendo que crises de soluço diminuíram e que uma cirurgia no ombro deve ocorrer em breve.
Atualizações sobre saúde e atividade política
O relato indica que Bolsonaro continua articulando politicamente, como a elaboração de uma lista de candidatos ao Senado. Também há registro de visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), autorizado por atuar como advogado no processo.
Conforme o que foi informado, Bolsonaro cumpre a prisão domiciliar em uma residência no Jardim Botânico, em Brasília. A medida tem validade inicial de 90 dias, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, em razão de complicações de saúde após uma internação para broncopneumonia bilateral.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. As informações são baseadas em relatos feitos pelo filho, sem confirmação oficial adicional neste momento.
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