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Celso de Mello chama rejeição de Messias de infeliz, grave e injustificável

Celso de Mello critica rejeição do Senado a Messias como grave, injustificável e política, defendendo reputação da AGU e impacto institucional

Celso de Mello, ministro aposentado e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal
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  • Celso de Mello, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, chamou a rejeição de Jorge Messias para o STF de grave, infeliz e injustificável.
  • O ex-presidente do STF disse que a decisão do Senado teve motivação política e não avaliou mérito pessoal, funcional e jurídico do indicado.
  • Messias foi rejeitado por 42 votos a 34, tornando-se o primeiro nome não aprovado pelo Senado em cento e trinta e dois anos.
  • O advogado-geral da União era indicado pelo presidente Lula para ocupar a vaga de Luís Roberto Barroso, que renunciou em outubro de 2025.
  • Celso de Mello ressaltou que Messias possuía estatura jurídica e reputação ilibada, e que a rejeição pode indicar dissociação entre política e justiça institucional.

Celso de Mello criticou a rejeição do Senado ao indicado do presidente Lula para o STF, Jorge Messias. O ex-ministro do STF e ex-presidente da corte afirma que a decisão foi grave, injustificável e politicamente motivada. O Fato ocorreu após a sabatina de Messias e a votação, que derrubou a nomeação.

Para o ex-ministro, Messias possuía estatura jurídica, qualificação e trajetória pública condizentes com a vaga. Ele aponta que os requisitos constitucionais de notável saber jurídico e reputação ilibada estavam preenchidos pelo AGU, segundo sua avaliação.

A bancada do Senado votou 42 votos contra 34, rejeitando a indicação. Segundo Celso de Mello, a decisão demonstra dissociação entre política e justiça institucional, o que pode afetar o funcionamento das instituições. Não houve causa legítima apontada para a rejeição.

O episódio marca a primeira recusa de um indicado ao STF em 132 anos. A posição reforça a tensão entre o Executivo e o Legislativo em meio aos debates sobre o governo Lula, incluindo votações na Câmara e no Senado sobre temas como dosimetria e vetos.

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