- Durcesio Mello, interino CEO da SAF do Botafogo, prometeu transparência e austeridade financeira, com o balanço de 2025 a ser publicado dentro do prazo legal.
- Ele afirmou estar acompanhando uma auditoria independente e realizou reuniões internas para entender os itens mais críticos.
- A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu os direitos de voto da Eagle Bidco, acionista majoritária, mantendo Durcesio no cargo por ora.
- Ele terá dez dias para convocar uma assembleia geral com o clube associativo, acionista minoritário, para votar a entrada de um novo investidor.
- Com a decisão, a Eagle perde direitos políticos em votações entre sócios; o acionista minoritário passará a decidir o futuro da SAF.
Durcesio Mello, hoje à frente interinamente da SAF do Botafogo, afirmou que a gestão terá transparência e austeridade. Em nota enviada à imprensa nesta quarta (29), o ex-presidente sinalizou que o balanço já está em preparação com previsão de publicação dentro do prazo legal.
Afirmou que solicitou e acompanha o relatório final de uma auditoria independente. As Demonstrações Financeiras (Balanço) de 2025 devem ser divulgadas até amanhã. Também informou que reuniões internas com os setores da SAF estão em curso para esclarecer itens críticos.
Durcesio assumiu o cargo interino após a suspensão de John Textor pelo Tribunal Arbitral da FGV. A mudança ocorreu de forma a manter a administração da SAF e permitir ajustes necessários durante o processo.
Na prática, a prioridade anunciada é ampliar receitas para quitar salários e despesas urgentes do clube. O dirigente enfatizou o compromisso com transparência e com a gestão financeira contida.
Nesta terça-feira, a Justiça do Rio de Janeiro suspendeu os direitos de voto da Eagle Bidco, acionista majoritária da SAF, mantendo Durcesio no cargo temporário. A decisão estabelece que ele convoque assembleia em até 10 dias.
O objetivo da assembleia é eleger um novo investidor, com participação do clube associativo, acionista minoritário, para definir o futuro da SAF. A Eagle perde direitos políticos em votações entre os sócios.
Segundo a decisão judicial, o social, acionista minoritário, passa a ter peso decisivo nas votações que definem o caminho estratégico da SAF. A convocação da assembleia ocorre dentro do prazo legal.
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