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Fontes do governo veem derrota de Messias como hecatombe

Planalto vê derrota de Messias ao STF como “hecatombe” após ruptura com Alcolumbre, com desgaste político e possibilidade de nova indicação no futuro

Jorge Rodrigo Araújo Messias concede entrevista após Senado Federal rejeitar a sua indicação para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (MSF 7/2026). Foram 42 votos contrários e 34 favoráveis.Foto: Ton Molina/Agência Senado
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  • Governistas veem a derrota de Messias na indicação ao STF como “hecatombe”, citando rompimento com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, como motivador.
  • Messias foi rejeitado no Senado por 42 votos a 34, surpreendendo até os mais pessimistas.
  • Após a derrota, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou lideranças do Senado ao Palácio da Alvorada para alinhamento político.
  • Alguns governistas avaliam insistir na indicação de Messias em outro momento, enquanto outros dizem que o Senado pode se inclinar mais à direita, com quórum suficiente para pedidos de impeachment.
  • A avaliação é de que o episódio funciona como recado ao governo e ao Supremo Tribunal Federal, não apenas como questão pessoal envolvendo Messias.

O Palácio do Planalto classificou a derrota do governo na indicação de Jorge Messias ao STF como uma hecatombe. A avaliação leva em conta o rompimento com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que teria articulado contra a aprovação da indicação.

No Senado, governistas tentam amenizar o tom, afirmando que decisões desse tipo não devem ser tomadas no calor do momento. Ainda assim, Alcolumbre é apontado como o principal responsável pela derrota.

A rejeição ocorreu com 42 votos contra 34. A diferença ficou acima do mínimo esperado pelo governo, que era de 41 apoios. O resultado gerou avaliações distintas entre aliados e oposicionistas sobre impactos políticos.

Após o resultado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou lideranças do Senado para o Palácio da Alvorada. Entidades governistas discutem se deve insistir na indicação de Messias em momento diferente.

Há quem veja o episódio como sinal de que o Senado pode ter uma guinada à direita, com impacto na admissibilidade de pedidos de impeachment, ainda que o julgamento dependa de 54 votos no total. O desdobramento permanece em análise.

Entre parlamentares da oposição, a leitura é de que não houve tema pessoal com Messias, mas um recado ao governo e ao STF. A indicação ficou formalmente rejeitada por 42 a 34 votos, frustrando a expectativa da Casa.

Repercussões no Planalto

  • Lideranças avaliam próximos passos para a agenda do governo no STF.
  • Ato de Lula de reunir lideranças é visto como tentativa de alinhamento político.

Perspectivas para o Senado

  • Debate sobre possíveis novas indicações pode ganhar corpo.
  • A posição do Senado é apresentada como indicativa de mensagens ao governo sobre composições futuras.

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