- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, no Palácio da Alvorada, cerca de 20 minutos após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF.
- O Senado rejeitou a indicação por 42 votos a 34; eram necessários ao menos 41 para a aprovação no plenário.
- Wagner disse, no Congresso, que a derrota foi uma surpresa e que esperava entre 44 e 45 votos favoráveis.
- O governo estimava ter apoio de 45 senadores, enquanto a oposição afirmava ter ao menos 30 votos contrários; a votação no plenário foi secreta.
- A sabatina na Comissão de Constituição e Justiça ocorreu oito horas antes, com placar de 16 votos a 11 no colegiado.
Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF, Lula reuniu-se com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner. O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada e durou cerca de 20 minutos. O objetivo foi alinhar passos oficiais após o revés político.
Wagner chegou ao Alvorada ainda na noite desta quarta-feira, logo após o resultado que rejeitou Messias. No Congresso, o líder descreveu a derrota como uma surpresa, estimando votos entre 44 e 45 favoráveis à aprovação.
Rejeição no Senado
O plenário do Senado votou 42 a 34 contra a indicação. A aprovação exigia pelo menos 41 votos. O governo contava com apoio próximo a 45 senadores, enquanto a oposição dizia ter ao menos 30 votos contrários. A votação foi secreta.
Antes, oito horas de sabatina na CCJ terminaram com 16 votos a 11 pela continuidade da indicação. O resultado do colegiado influenciou a leitura do plenário, onde a decisão final foi definida.
Desdobramentos políticos
Ainda não há definição de próximos passos oficiais para Messias ou para a condução do governo no tema. O Palácio da Alvorada passa a acompanhar as movimentações no Congresso, com avaliação de cenários e impactos institucionais.
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