- O advogado-geral da União, Jorge Messias, foi visto abraçando a esposa Karina Messias na sala da liderança do PT ao saber da derrota no Senado.
- A indicação ao STF foi rejeitada por 42 votos a 34.
- A sabatina na Comissão de Constituição e Justiça foi aprovada por 16 votos a 11, após oito horas de sessão.
- Para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso, eram necessários ao menos 41 votos favoráveis.
- Foi a primeira rejeição de um indicado ao STF pelo Senado em 132 anos, a última ocorrendo no governo de Floriano Peixoto.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, foi visto abraçando a esposa, Karina Messias, ao tomar conhecimento da derrota de sua indicação ao STF. O momento ocorreu na sala da liderança do PT, logo após o placar negativo.
Messias passava por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que aprovou o nome por 16 votos a 11, após oito horas de sessão. Em seguida, foi conduzido ao espaço do PT para a repercussão.
No plenário do Senado, a votação final para confirmar Messias exigia ao menos 41 votos. O placar foi de 42 votos contra 34, evitando a nomeação para ocupar a vaga de Luís Roberto Barroso.
A rejeição de Messias representa o primeiro obstáculo a um indicado ao STF em 132 anos, sendo o último caso registrado durante o governo de Floriano Peixoto, entre 1891 e 1894.
A decisão encerra a tentativa de Messias de chefiar o STF após a aposentadoria de Barroso, sem que haja indicação em definitivo neste momento. A informação é apurada pela CNN/Davi Alencar.
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