- O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse que a rejeição ao seu nome para o STF não encerra sua trajetória e que sofreu uma “desconstrução” de imagem desde a indicação.
- Messias afirmou que tem 46 anos, currículo e vida limpa, e apontou quem, segundo ele, promoveu a desconstrução.
- O Senado rejeitou a indicação por 42 votos a 34, acima do mínimo de 41 votos necessários.
- Ele pediu respeito ao resultado, ressaltando que “o Senado é soberano” e que não falará sobre condutas de terceiros.
- Messias comentou a preferência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pela indicação de Rodrigo Pacheco, sem detalhar críticas.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a rejeição da sua indicação ao STF não encerra sua trajetória pública. Ele apontou um processo de desconstrução de imagem que, segundo ele, envolveu informações falsas para prejudicá-lo. Messias disse ter identidade profissional e vida limpa, e citou quem, na visão dele, teria promovido essa campanha.
A fala ocorreu após o Senado rejeitar a nomeação por 42 votos a 34. Para a vaga no Supremo, eram necessários ao menos 41 votos. O ministro da AGU manteve o respeito ao resultado e ressaltou a soberania do plenário, sem comentar a conduta de indivíduos.
Em sua avaliação, a história dele não se encerra ali, pois afirma possuir trajetória e currículo relevantes. Messias mencionou ter passado cinco meses em um processo de desconstrução da imagem, sem detalhar pessoas ou instituições, mantendo o tom institucional.
O ministro destacou a importância do Senado como instância soberana e agradeceu os votos recebidos, afirmando que é parte entender tanto vitórias quanto derrotas. Ele reforçou o compromisso com o cargo e com o funcionamento dos mecanismos constitucionais.
A rejeição ocorreu no mesmo dia em que o país acompanhava a votação no Senado sobre a indicação para o STF, tema de grande repercussão institucional. A defesa de Messias sinaliza continuidade na atuação pública, sem confirmar próximos passos políticos.
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