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Messias defende transparência e promete divulgar agenda caso seja aprovada

Durante sabatina, Messias defende transparência e promete publicar integralmente a agenda no site do Supremo se for aprovado

Jorge Messias durante sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado
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  • O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse que, se aprovado pelo Senado, manterá transparência e prestará contas.
  • Messias afirmou ser servidor público há toda a vida e que o cargo no Supremo não seria diferente em relação às regras de transparência.
  • Ele prometeu publicar integralmente a agenda oficial no site do STF, com nomes das partes, processos e compromissos.
  • A indicação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em novembro do ano passado; a formalização ocorreu em abril.
  • A sabatina ocorre na Comissão de Constituição e Justiça, com votação secreta; no plenário, também será secreta e o quórum mínimo é de 41 senadores (com a CCJ exigindo ao menos 14 presentes).

Messias defende transparência e afirma que, se aprovado pelo Senado, divulgará agenda de trabalho. O advogado-geral da União apontou que a sabatina ocorre nesta semana e que a decisão depende do Senado.

Ele ressaltou que foi servidor público a vida inteira e que não vê diferença entre ser ministro do STF e outros cargos públicos quanto às regras de transparência. Afirmou que a função exige prestação de contas.

Messias disse que pretende publicar integralmente sua agenda oficial no site do STF, com nomes das partes, processos e compromissos acadêmicos. Hoje, apenas três magistrados mantêm essa prática.

Indicação, sabatina e votação

Messias foi indicado pelo presidente Lula em novembro do ano passado; a formalização ocorreu em abril. A sabatina na CCJ está marcada para seguir para votação no plenário no mesmo dia.

Na CCJ, a votação exige presença mínima de 14 senadores entre 27 titulares; a maioria dos presentes aprova. No plenário, o quórum é 41 para iniciar a votação entre 81 parlamentares.

O voto será secreto em ambas etapas, o que impede de saber como cada parlamentar votou, mantendo o placar como único registro público. A confirmação depende dos votos no Senado.

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