- Messias teve a nomeação ao STF rejeitada pelo Senado, com 42 votos contrários e 34 favoráveis, abaixo dos 41 votos necessários.
- Em discurso aos jornalistas, ele agradeceu a participação no processo de escolha para substituir o ministro Luís Roberto Barroso.
- O advogado ressaltou ter aceitado a decisão e reconhecido a soberania do Senado, dizendo que houve dias de glória e derrotas.
- Messias afirmou ter sido vítima de campanha difamatória durante cinco meses de desconstrução da sua imagem.
- Ele agradeceu ao presidente Lula e afirmou que não depende de cargo público para sustento, marcando o desejo de seguir em frente.
Jorge Messias teve o nomeado ao STF rejeitado pelo Senado na noite de terça para quarta-feira. O Plenário votou 42 votos contra e 34 a favor, não atingindo a maioria de 41 para a nomeação do advogado-geral da União.
Ele fez a primeira declaração pública após a derrota, agradecendo a participação no processo de escolha para substituir o ministro Luís Roberto Barroso. Disse ter sido recebido de forma generosa por 78 senadores e afirmou ter falado com sinceridade na sabatina.
O depoimento de Messias manteve o tom de humildade diante da decisão do Legislativo. Ele ressaltou que o Senado é soberano e que aprendeu a lidar com vitórias e derrotas dentro do processo democrático.
O advogado afirmou ter sofrido campanha difamatória ao longo do processo, negando qualquer desgaste de sua vida. Afirmou ter enfrentado cinco meses de desconstrução de imagem e citou pessoas responsáveis por tais fatos.
Questionado sobre o futuro, Messias agradeceu ao presidente Lula e disse que não vê o episódio como fim, mas como uma etapa. Encerrou enfatizando que não depende de cargo público para sua subsistência.
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