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Michelle Bolsonaro reage à rejeição do Senado à indicação de Messias

Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF; Michelle Bolsonaro celebra decisão, marcando derrota para Lula

Michelle durante visita ao marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na superintendência da PF em Brasília
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  • Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF em votação secreta: 42 senadores contra, 34 a favor, sendo necessários 41 votos favoráveis.
  • A decisão foi vista como derrota histórica para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
  • Michelle Bolsonaro comemorou o veto em suas redes sociais, dizendo “a justiça de Deus foi feita” ao compartilhar publicação de Márcio Bittar.
  • Messias participou de sabatina de cerca de oito horas, tentando conquistar apoio ao se apresentar como evangélico e defender autocontenção do Judiciário.
  • Em sabatina, ele foi questionado sobre pautas de costumes, disse ser contra o aborto e afirmou que cabe ao Legislativo decidir sobre descriminalização das drogas.

A bancada do Senado rejeitou nesta quarta-feira a indicação de Jorge Messias para ocupar uma vaga no STF, com votação secreta. Foram 42 votos contrários e 34 favoráveis, abaixo dos 41 needed para aprovação.

A sabatina durou cerca de oito horas, durante as quais Messias busca fortalecer apoio entre aliados de direita, destacando seu perfil evangélico e defendendo autocontenção do Judiciário. Mesmo assim, o indicato não conseguiu angariar o número necessário.

Michelle Bolsonaro comemorou a decisão nas redes sociais, afirmando que a justiça foi feita. A ex-primeira-dama, casada com Jair Bolsonaro, compartilhou a repercussão de uma publicação de apoio à oposição, sem oferecer comentários adicionais.

Detalhes da sabatina e posicionamentos

Durante a sabatina, Messias reforçou alinhamento com pautas conservadoras e sinalizou concordância com a redução de tensões entre STF e o Congresso. Questionamentos sobre temas como descriminalização de drogas e liberação do aborto foram apresentados ao indicado, mas não alteraram a decisão do Senado.

O chefe da Advocacia-Geral da União também foi interpelado quanto a posicionamentos sobre políticas de costumes. Em resposta, declarou que certos temas devem ficar sob avaliação do Legislativo, mantendo o foco em equilíbrio entre os poderes.

Michelle Bolsonaro, que é evangélica, não integrou o grupo de apoio à nomeação. A atuação pública da ex-primeira-dama manteve o foco em mensagens nas redes, sem participação direta na defesa do indicado.

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