- Desde 2016, o negacionismo cresce globalmente, ligado a eventos como o Brexit e a eleição de Donald Trump, com promessas não cumpridas e desinformação.
- O fenômeno se manifesta em dois pilares: negacionismo científico (rejeita evidências, incluindo vacinas) e negacionismo dos fatos (distorce informações verificáveis, como resultados eleitorais).
- O negacionismo científico tem impactos diretos na saúde, incluindo retorno de doenças controladas e resistência à vacinação contra a covid-19.
- O negacionismo dos fatos compromete a compreensão dos acontecimentos e mina a confiança na ciência e no jornalismo.
- A coluna Ética e Política, com Renato Janine Ribeiro, vai ao ar quinzenalmente na Rádio USP e também está disponível no YouTube, com produção da Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
O negacionismo cresce no mundo e amplia impactos sociais e políticos, impulsionado por fake news. O fenômeno une descrédito à ciência e distorção de fatos, gerando efeitos diretos na saúde pública e na qualidade da democracia.
Desde 2016, observa-se expansão global associada a eventos como o Brexit e a eleição de figuras políticas controversas, marcados por promessas não cumpridas e desinformação. O tema se manifesta em dois pilares: negacionismo científico e negacionismo dos fatos.
O negacionismo científico rejeita evidências e avanços da ciência, especialmente em vacinação, alimentado por notícias falsas disseminadas nas redes sociais. Há relatos de volta de doenças previamente controladas e resistência a vacinas contra a covid-19, apesar da eficácia comprovada.
O negacionismo dos fatos envolve a distorção ou negação de informações verificáveis, como resultados eleitorais. Embora o debate seja legítimo, a manipulação da realidade dificulta a compreensão dos acontecimentos. Juntos, esses envelopes enfraquecem a confiança tanto na ciência quanto no jornalismo.
Ética e Política
A coluna Ética e Política, com o professor Renato Janine Ribeiro, vai ao ar quinzenalmente. O programa acontece às quartas-feiras, às 8h, na Rádio USP, com transmissão para São Paulo e Ribeirão Preto, além de veiculação no YouTube, produzida pela Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
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