- O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, com 42 votos contrários e 34 a favor, em votação secreta, após aprovação na CCJ.
- Foi a primeira rejeição desse tipo desde 1894.
- Políticos de oposição a Lula celebraram nas redes sociais o resultado, destacando a derrota do governo.
- Flávio Bolsonaro escreveu que o Senado fez história e que houve fim do governo Lula; Romeu Zema divulgou postagens sobre a decisão.
- Outros apoiadores da oposição também comemoraram, entre eles Carlos Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Guilherme Derrite, ressaltando ganhos para a direita.
O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF nesta quarta-feira, 29 de abril. Foram 42 votos contrários e 34 favoráveis, em votação secreta, após aprovação anterior na CCJ. A medida dependia de pelo menos 41 votos positivos para avançar.
A derrota atinge o governo de Lula (PT) e é marcada como um revés histórico, já que o Senado jamais havia rejeitado, desde 1894, a indicação de um presidente ao STF. A notícia repercute nas redes e na oposição ao governo federal.
Pelo menos dois pré-candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 destacaram o resultado como vitória para a direita. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou que o Senado fez história e citou o fim de uma tentativa de aparelhamento do Estado e da Justiça. Romeu Zema (Novo-MG) também manifestou posicionamento crítico em relação ao governo.
Entre aliados de Bolsonaro, outros políticos da oposição comemoraram. O grupo teve registros de publicações celebrando a decisão nas redes sociais, apontando o desrespeito a suposta tentativa de politizar o STF. Diversos apoiadores participaram de registros de reação no plenário.
A sabatina de Messias foi alvo de ampla cobertura nas redes, com avaliações diversas sobre o desempenho do indicado e sobre o impacto político da rejeição. A oposição avaliou a decisão como indicativa de mudança na relação entre o Executivo e o Judiciário.
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