- A Polícia Federal investiga, segundo a TV Globo, a entrada no Brasil de malas que não passaram pelo raio-X no dia vinte, no Aeroporto Executivo Internacional São Paulo Catarina, em voo particular.
- Imagens de câmeras de segurança mostram o piloto José Jorge de Oliveira Júnior passando as bagagens fora do equipamento de raio-X, com suposta autorização de um auditor fiscal.
- O jatinho trazia o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira, além de outros deputados, vindos de São Martinho, no Caribe.
- O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal; o ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República que se manifeste sobre a abertura de investigação contra os parlamentares.
- A Polícia Federal investiga crimes de prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho; a PGR avaliará se há indícios que justifiquem novas diligências.
O Polícia Federal investiga a entrada no Brasil de bagagens que não passaram pelo detector de metais no dia 20, no Aeroporto Executivo Internacional São Paulo Catarina. A ação teria ocorrido sem a checagem do raio-x, conforme imagens de câmeras de segurança.
Segundo a TV Globo, o piloto José Jorge de Oliveira Júnior foi registrado passando objetos por fora do equipamento de raio-x. A PF aponta possível envolvimento de um auditor fiscal na liberação das bagagens, o que motivou a apuração de prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho.
O avião particular, pilotado por Júnior, trouxe ao Brasil passageiros conhecidos, incluindo o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira. Também viajavam deputados como Doutor Luizinho e Isnaldo Bulhões Barros Júnior, vindo de São Martinho, no Caribe.
Status da investigação
Com a repercussão, o caso chegou ao STF, que acionou a PGR para se manifestar sobre a abertura de investigação contra os parlamentares. A Procuradoria-Geral da República avaliará se há indícios suficientes para prosseguir e se há necessidade de novas diligências.
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