- O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, provocando repercussões entre os três poderes.
- O ministro do STF André Mendonça publicou em rede social que respeita a decisão, mas que o Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo.
- O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou respeito à prerrogativa constitucional do Senado e que a corte aguarda as providências cabíveis para o preenchimento da vaga.
- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, disse ter ficado surpresa com o resultado.
- O deputado Flávio Bolsonaro também comentou a rejeição a Jorge Messias.
Não ocorreu o preenchimento da vaga no STF após a rejeição de Jorge Messias pelo Senado. O governo ficou sem a indicação para a cadeira restante no tribunal, em decisão que repercutiu nos três poderes. A votação ocorreu no Senado e resultou na não aprovação do nome proposto.
Entre os envolvidos, o ministro do STF André Mendonça se manifestou publicamente, afirmando, em rede social, que respeita a decisão do Senado, mas que o Brasil perdeu a oportunidade de ter um ministro de grande importância para a corte. Mendonça destacou ainda que Messias possui caráter e integridade reconhecidos e atende aos requisitos constitucionais.
O presidente do STF, Edson Fachin, reiterou o respeito pela prerrogativa constitucional do Senado e informou que a corte aguarda as providências cabíveis para o preenchimento da vaga, com serenidade institucional. A reação entre parlamentares também ganhou tom institucional.
Entre os senadores, Jaques Wagner, líder do governo no Senado, disse ter ficado surpreso com o resultado, apontando a surpresa na bancada governista. Flávio Bolsonaro também comentou a rejeição, mantendo tom de avaliação política do desfecho.
O episódio acende o debate sobre o tempo e o formato do processo de indicação e apreciação de ministros, com impacto nas relações entre os poderes e na gestão de pautas no STF. Não houve definição sobre próximos passos oficiais no momento.
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