- Uma ex-servidora investigada por fraude na aplicação de multas cometeu o crime mesmo após a demissão.
- As fraudes teriam começado em 2023 e duraram até abril de 2026, sendo a servidora afastada em 2025.
- O prejuízo aos cofres públicos, segundo apuração, supera R$ 1,3 milhão.
- O caso envolve o município de Santa Luzia, em Minas Gerais.
- A investigação está sob a apuração da Polícia Civil de Minas Gerais.
A prefeitura de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, investiga suspeitas de fraude na cobrança de multas. Segundo apurações, as irregularidades teriam ocorrido entre 2023 e abril de 2026, envolvendo uma ex-servidora do órgão responsável pela aplicação de sanções administrativas.
A atleta do caso foi demitida em 2025, mas as suspeitas de fraude continuam a ser apuradas pelas autoridades. A investigação aponta que os atos irregulares teriam gerado um desvio financeiro considerável para os cofres públicos, com estimativa de prejuízo superior a 1,3 milhão de reais.
Administrative contextos e desdobramentos
A apuração envolve a atuação de órgãos de segurança pública e do Ministério Público, que trabalham em conjunto com a polícia civil para esclarecer a dinâmica dos esquemas. A prefeitura não detalha substituições ou medidas administrativas adotadas desde a demissão.
A defesa e a sindicância interna também são partes do processo, com diligências que incluem análise de documentos, registros de multas e checagens de procedimentos. O objetivo é esclarecer as etapas do possível desvio e responsabilizar os envolvidos, conforme a lei.
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