- Gilmar Mendes, decano do STF, afirmou em X a soberania do Senado na sabatina de nomes para a Corte e elogiou Jorge Messias, ex-Advogado-Geral da União.
- O ministro destacou que a decisão do Senado deve ser respeitada e ressaltou a prerrogativa constitucional de sabatina e deliberação do Legislativo.
- Mendes lembrou que a análise do nome de Messias se estendeu por cinco meses, com escrutínio público rigoroso e episódios descritos como turbulentos.
- O ex-AGU foi definido pelo ministro como “um dos maiores juristas da história recente do Brasil”, por sua trajetória de retidão e dedicação ao serviço público.
- Ao fim, Mendes afirmou que o Brasil ganha com Messias atuando onde estiver, em referência ao cargo para o STF.
O ministro decano do STF, Gilmar Mendes, afirmou nesta quinta-feira 30/4, via X, a soberania do Senado Federal na sabatina de indicados ao STF. Ele reforçou que a Casa deve ter o papel decisivo e que a deliberação é legítima e constitucional.
Mendes também prestou reconhecimento público a Jorge Messias, ex-advogado-geral da União. O ministro o definiu como um dos maiores juristas da história recente do Brasil e ressaltou sua trajetória de retidão e serviço público.
A defesa da prerrogativa do Senado vem no contexto da longa análise do nome de Messias, que se estendeu por cinco meses. O decano destacou o escrutínio público rigoso e mencionou turbulências e ataques à honra durante o processo.
Além da defesa institucional, Mendes enfatizou que Messias se portou com coragem, dignidade e humildade ao longo da sabatina. O ministro afirmou que o Brasil ganha com a presença dele nas instituições, sem detalhar providências futuras.
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