- A deputada Gleisi Hoffmann desafiou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a instalar a CPI do Master para investigar o caso, enquanto ele resistia à medida.
- Gleisi afirmou que a instalação da CPI permitiria aos bolsonaristas explicar ligações ligadas ao presidente Jair Bolsonaro e ao caso envolvendo Zettel e o Master.
- O pedido ocorreu durante sessão do Congresso Nacional para analisar a derrubada dos vetos do presidente Lula ao PL da Dosimetria.
- Ela criticou o PL da Dosimetria e disse que derrubar os vetos seria sinal de impunidade em relação ao 8 de janeiro e à tentativa de golpe.
- A deputada destacou a derrota histórica de Jorge Messias no Senado, que tornou-o o primeiro indicado ao Supremo Tribunal Federal a ser rejeitado em plenário em 132 anos.
A deputada federal Gleisi Hoffmann desafiou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a instalar uma CPI para investigar o caso do Banco Master. O chamado ocorreu nesta quinta-feira (30), durante sessão no Congresso Nacional, enquanto se analisava a derrubada de vetos do presidente Lula a propostas do PL da Dosimetria. O objetivo é esclarecer supostas ligações entre setores do governo e o Master.
Alcolumbre tem resistido à medida, evitando formalizar a comissão. Gleisi afirmou, em discurso, que a CPI seria oportunidade para esclarecer acusações envolvendo figuras próximas a apoiadores do governo, apontando controvérsias sobre financiamento e relações políticas. A deputada manteve o tom crítico em relação aos desdobramentos do caso.
A críticas de Gleisi se conectaram à discussão sobre o PL da Dosimetria, cuja derrubada de vetos geraria impactos políticos no Congresso. A parlamentar argumentou que a votação pode sinalizar impunidade e abrir espaço para novas tentativas de golpe, citando ainda o contexto de 8 de janeiro e a atuação de adversários do governo.
Contexto político no Senado
A deputada observou que o resultado da sessão estaria ligado a mudanças legislativas propostas no PL da Dosimetria e a desfechos recentes envolvendo nomeações no STF. Ela mencionou, de forma indireta, a derrota de Jorge Messias no plenário, destacando desdobramentos que repercutem o ambiente institucional.
Entre na conversa da comunidade