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Gleisi diz que derrota de Messias abre chance de indicar mulher ao STF

Derrota de Messias no Senado abre espaço para indicar mulher ao STF, diz Gleisi Hoffmann, destacando pressão política e oposição ao governo

Ministra Gleisi Hoffmann
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  • Gleisi Hoffmann afirmou que a derrota de Jorge Messias abre uma oportunidade para discutir a indicação de uma mulher ao STF.
  • O Senado rejeitou a indicação de Messias, em derrota histórica para o governo, com 42 votos contrários e 34 favoráveis.
  • Atualmente, o STF tem apenas uma ministra mulher, Carmen Lúcia, sendo que Rosa Weber deixou a Corte e foi sucedida por Flávio Dino.
  • A oposição sustenta que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não pautará novas indicações ao STF antes das eleições; a ideia é privilegiar o senador Flávio Bolsonaro caso ele vença.
  • Gleisi também afirmou ter ocorrido traição entre membros da base governista na votação, alegando falta de articulação e votos secretos.

A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse nesta quinta-feira que a derrota do governo no Senado, com a rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF, abre espaço para debater a nomeação de uma mulher para a vaga. A afirmação ocorreu após a derrota histórica no Senado.

Messias não conseguiu o apoio necessário para a vaga do Supremo. O plenário votou 42 contrários e 34 favoráveis, rejeitando a indicação ao STF, marcada por disputas entre governo e oposição. A derrota aumenta a tensão entre os poderes.

A oposição sustenta que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não pautará novas indicações antes das eleições. A base de Lula avalia estratégias que incluem pressionar pela análise do nome de uma mulher para a Corte.

Gleisi mencionou também que houve traição na base governista, com votos contrários que, segundo ela, não seriam compatíveis com o que foi prometido. As declarações ocorreram após outras vitórias do Congresso nesta semana.

Contexto da vaga e reação

A composição atual do STF tem uma ministra mulher entre 11 integrantes, com Carmen Lúcia em atuação. A vaga ficou em aberto após o pedido de aposentadoria de Rosa Weber, substituída por Flávio Dino na narrativa de mudanças recentes.

A oposição acredita que o tema pode voltar ao centro do debate político até as eleições, com o objetivo de influenciar a agenda legislativa. O governo não anunciou nova indicação até o momento.

O episódio marca um novo capítulo nas disputas entre Executivo e Legislativo, ampliando a pressão sobre o governo para discutir futuramente a composição do STF. A votação ocorreu no Senado com forte polarização.

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