- Lula não comentou as derrotas do governo ao anunciar a ampliação da linha de crédito Move Brasil, chegando a R$ 21,2 bilhões para caminhões e ônibus.
- Este foi o primeiro compromisso público do presidente após o Senado rejeitar Jorge Messias para o STF e o Congresso derrubar o veto ao PL da dosimetria.
- A linha passa a financiar a compra de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários, além de manter condições de juros abaixo do mercado.
- O BNDES ficará responsável pela operação, por meio do programa BNDES Renovação de Frota; o Tesouro Nacional aportará R$ 14,5 bilhões e o BNDES contribuirá com R$ 6,7 bilhões, com limite máximo de financiamento por beneficiário de R$ 50 milhões.
- Em janeiro, o Move Brasil já disponibilizou R$ 10 bilhões para caminhões, com mais de oito mil operações em dois meses.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, na tarde desta quinta-feira, uma ampliação do programa Move Brasil, com crédito de 21,2 bilhões de reais para a compra de caminhões e, também, de ônibus. O evento ocorreu em Brasília, sem comentar as derrotas políticas recentes.
Foi o primeiro pronunciamento público de Lula após derrotas no Senado e no Congresso. O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF e o veto presidencial ao PL da dosimetria foi derrubado pelo Congresso. O tom do presidente manteve o foco em financiamentos.
O governo informou que o Move Brasil passa a financiar também a aquisição de ônibus, além de caminhões, com condições ainda a definir pelo Conselho Monetário Nacional. O anúncio ocorreu durante cerimônia ligada a políticas de mobilidade e infraestrutura.
Move Brasil: crédito ampliado
Segundo o Planalto, o programa já havia disponibilizado 10 bilhões de reais para caminhões em janeiro, com alta adesão em dois meses. A nova etapa prevê 21,2 bilhões de reais, expandindo o escopo para veículos de maior porte e para o setor rodoviário.
O BNDES irá operacionalizar a linha, por meio do programa Renovação de Frota. Do total, 14,5 bilhões virão do Tesouro Nacional e 6,7 bilhões de recursos adicionais do banco. O valor máximo por beneficiário chega a 50 milhões de reais.
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