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Governador interino do RJ exonera 1.477 servidores em pouco mais de um mês

Exonerações de 1.477 servidores em pouco mais de um mês de gestão do governador interino, após auditoria em secretarias e entidades do governo

Ricardo Couto está há mais de um mês no cargo de governador interino
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  • Em pouco mais de um mês como governador interino, o desembargador Ricardo Couto exonerou 1.477 servidores.
  • A gestão afirma que as demissões vieram de auditoria em secretarias e entidades vinculadas ao governo, incluindo empresas estatais.
  • Couto também trocou o comando das secretarias de Saúde, Fazenda, Planejamento e Gestão e da Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ).
  • Ele assumiu o cargo após a renúncia do governador Cláudio Castro em 23 de março, sendo o terceiro na linha de sucessão.
  • O governador interino permanece no cargo até que o Supremo Tribunal Federal defina como serão as eleições do mandato-tampão, que vão até dezembro.

O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, completa pouco mais de um mês no cargo e já assinou a exoneração de 1.477 servidores. A mudança acontece no âmbito da administração estadual.

Segundo a gestão, as demissões decorrem de auditorias em secretarias e em entidades vinculadas ao governo, inclusive em estatais. A medida visa identificar funções desnecessárias e reduzir gastos.

Além das exonerações, Couto alterou o comando de áreas estratégicas. Saíram dirigentes das secretarias de Saúde, Fazenda, Planejamento e Gestão, bem como da PGE-RJ, Procuradoria Geral do Estado.

Contexto institucional

Couto assumiu a cadeira de governador interino após a renúncia de Cláudio Castro no dia 23 de março. Naquele momento, o Rio de Janeiro não tinha vice ou presidente da Alerj, o que levou o TJRJ a convocar o presidente para a linha de sucessão.

Desde então, o desembargador tem revisto contratações e contratos do estado. A grande parte das exonerações foi apresentada como medida de redução de gastos e combate a funcionários fantasmas.

O cenário atual mantém Couto no cargo até que o STF defina como serão as eleições para o mandato-tampão, que deverá administrar o estado até dezembro deste ano.

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