- Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, elogiou o Metrópoles em entrevista exclusiva, dizendo que o portal faz boa apuração e “dar nome aos bois”.
- Ele citou publicações sobre investigações ligadas a apostas online (bets) e ao Banco Master, associando-as a uma fraude financeira.
- A entrevista foi conduzida pelos jornalistas Fábio Leite e Arthur Rodrigues, da sucursal do Metrópoles em São Paulo.
- Haddad criticou o governador Tarcísio de Freitas, afirmando que ele é submisso ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que apoiou o tarifaço contra a economia paulista.
- O ex-ministro conectou o caso Master a falhas do Banco Central, presidido por Roberto Campos Neto, descrevendo o escândalo como “a maior fraude bancária da história”, sem afirmar que Campos Neto tenha se corrompido.
O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, concedeu uma entrevista exclusiva ao Metrópoles na manhã desta quinta-feira (30/4). Ele elogiou o portal, destacando a apuração como diferencial em relação a concorrentes.
Haddad afirmou que o Metrópoles tem apurado com veracidade e coragem, chegando a “dar nome aos bois” em investigações recentes. Questionou se outros veículos de comunicação têm feito o mesmo no que diz respeito às ligações entre bets online e o Banco Master, apontado como centro de um esquema fraudulento.
A entrevista ocorreu com os jornalistas Fábio Leite e Arthur Rodrigues, da sucursal do Metrópoles em São Paulo, e abordou também perspectivas sobre a condução do estado caso seja eleito governador, além de críticas ao atual governo e ao principal concorrente, Tarcísio de Freitas.
Perspectivas políticas e críticas
Haddad disse que, se estiver no Palácio dos Bandeirantes, pretende manter a linha de uma gestão mais transparente e eficiente, sem mencionar ações específicas ainda em desenvolvimento. Ele criticou a administração de Tarcísio de Freitas, apontando divergências com a condução administrativa atual.
O ex-ministro relacionou o caso Master a suspeitas envolvendo o Banco Central, citando a gestão de Roberto Campos Neto no período anterior ao governo atual. Atribuiu falhas de alerta e apontou que diretores próximos teriam contribuído para o que classificou como uma fraude de grande magnitude, sem afirmar irregularidades pessoais de autoridades.
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