Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Instituições repudiam agressão a repórter Heloísa Vilella na Câmara

Fenaj e SJPDF repudiam agressão a Heloísa Vilella durante transmissão ao vivo na Câmara e exigem identificação e responsabilização da agressora

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Fenaj e o SJPDF repudiaram a agressão à repórter Heloísa Vilella durante transmissão ao vivo no Salão Verde da Câmara dos Deputados.
  • A agressora foi uma militante bolsonarista que interrompeu a jornalista, desrespeitando a imprensa.
  • Heloísa Vilella tem quase duas décadas de carreira internacional, cobrindo temas como atentados de 11 de setembro, furacão Katrina, terremoto do Haiti, eleições presidenciais americanas e o conflito na Cisjordânia.
  • As organizações lembraram ataques anteriores à profissional, incluindo hostilidade em Nova York, em 2022, e uma campanha de ódio em 2024.
  • Exigem identificação e responsabilização da agressora pelas autoridades da Câmara e pelas forças de segurança, além de se manterem solidárias à jornalista.

A jornalista Heloísa Vilella, da ICL Notícias, foi alvo de agressão durante uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira, 30 de novembro, no Salão Verde da Câmara dos Deputados. O incidente ocorreu durante cobertura do auditório da casa legislativa.

A Federação Nacional de Jornalistas e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal repudiaram o ataque e pediram a identificação e responsabilização da agressora pelas autoridades competentes. As entidades destacaram a importância da liberdade de imprensa.

Heloísa Vilella é reconhecida pela sua atuação internacional, com quase duas décadas cobrindo temas relevantes, incluindo acontecimentos nos Estados Unidos e na região do Oriente Médio. As instituições lembraram ataques anteriores contra a jornalista, reforçando a necessidade de proteção a profissionais da imprensa.

Em nota conjunta, Fenaj e SJPDF ressaltaram que a agressão não se restringe à profissional injuriada, mas atinge a imprensa livre. As entidades colocaram-se à disposição de Vilella para suporte necessary nas próximas etapas do caso.

A repórter já sofria ataques em 2022, durante cobertura da ONU em Nova York, e em 2024, em meio a campanhas de ódio ligadas a opositores do bolsonarismo, segundo as organizações. O objetivo é esclarecer os fatos e evitar novas ocorrências.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais