- Motta e Alcolumbre aparecem como os políticos com pior avaliação: aprovação de 2% e 3%, com rejeição de 87% e 81%, respectivamente.
- Lula, Bolsonaro e Michelle têm avaliação positiva em 45%, mas a desaprovação fica entre 51% e 53%.
- Haddad e Nikolas Ferreira aparecem com 44% de aprovação; Flávio Bolsonaro tem 42%, enquanto Romeu Zema e Geraldo Alckmin somam 43%.
- Janja da Silva aparece como a 10ª mais bem avaliada, com 33%, ficando acima apenas de Motta, Alcolumbre e Renan Santos (17%).
- Na PEC da escala 6×1, 55,7% são a favor da mudança; 39,5% são contrários. Sobre apostas esportivas, 63,2% veem prejuízos e 8 em cada 10 rejeitam uso como renda extra.
A nova pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quinta-feira (30), aponta quais políticos recebem avaliação positiva ou negativa entre a população. Entre os menos bem avaliados estão o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com aprovação de apenas 2% e 3%, respectivamente. A rejeição oficial chega a 87% e 81%.
No polo oposto, Lula, Bolsonaro e Michelle lideram as avaliações positivas, cada um com 45%. Mesmo assim, críticos superam aprovados no grupo, com rejeição variando entre 51% e 53%.
Entre outros nomes, Fernando Haddad e Nikolas Ferreira aparecem empatados com 44% de aprovação. Flávio Bolsonaro registra 42%, ligeiramente acima de Romeu Zema e Geraldo Alckmin, que ficam com 43% cada. Janja da Silva aparece com 33% de aprovação, ocupando o 10º lugar.
A pesquisa ouviu 5.008 pessoas de forma digital entre 22 e 27 de abril, com margem de erro de 1 ponto percentual e intervalo de confiança de 95%. Os resultados refletem percepções sobre 13 figuras públicas e autoridades.
Escala 6×1 e apostas esportivas
A sondagem também questiona o apoio à proibição da escala de trabalho 6×1. A maioria é favorável: 55,7% a favor, 39,5% contra e 4,8% não souberam responder. O levantamento indica maior apoio entre jovens de 16 a 24 anos, além de pessoas com ensino superior e renda entre R$ 3.000 e R$ 5.000.
Sobre as bets, a maioria critica o setor. 63,2% avaliam que as apostas trazem mais prejuízos do que benefícios, enquanto 23,5% veem equilíbrio ou vantagem. Apenas 0,6% enxergam benefício significativo.
Para 35,3% dos entrevistados, o governo Lula seria o principal responsável pela disseminação das apostas; 26,2% apontam Bolsonaro e 11,8% o Congresso Nacional.
As pessoas também defendem maior tributação dessas empresas, limites à publicidade e restrições de acesso a menores de idade. Sete em cada dez acreditam que o crescimento das apostas aumenta o endividamento social, e 80% entendem que apostas não devem servir como renda adicional.
Sobre endividamento, um terço da população diz ter o nome sujo, segundo a pesquisa.
Destaques e avaliação do governo
Entre os acertos apontados pelos entrevistados com o governo Lula, aparecem a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil/mês (77%), o programa Desenrola (74%), o acordo Mercosul-UE (72%) e a flexibilização de CNH sem autoescola (61%). Entre os erros, estão o imposto de importação para compras internacionais acima de US$ 50 e a fiscalização de transações via Pix acima de R$ 5 mil.
Na percepção dos brasileiros, corrupção (58,7%), crime e droga (51,7%) e economia (23,8%) são os maiores problemas do país. Mal funcionamento da justiça (17,3%) e violência contra a mulher (15,2%) aparecem em seguida.
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