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Mulher invoca Martha’s Rule e salva pai de risco no hospital

Ao invocar a regra de Martha, Karen exigiu segunda opinião e impediu que o pai morresse por erro médico e atraso no hospital de Oxford

David Osenton with his daughter, Karen, whose invocation of Martha’s rule probably saved his life.
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  • Karen Osenton invocou a regra de Martha para exigir uma segunda opinião ao notar piora do pai, David, na enfermaria cardíaca de um hospital de Oxford.
  • O pedido levou à rapidez de avaliações médicas e à transferência dele para a UTI, após diagnóstico de falência multissistêmica e acúmulo de líquido nos pulmões.
  • A direção do hospital reconheceu falhas no tratamento da insuficiência cardíaca do paciente e admitiu atrasos, além de falhas de comunicação entre equipes.
  • O hospital pediu desculpas e informou que houve melhorias no cuidado após a revisão do caso, com consequências graves evitadas apenas pela intervenção.
  • David, que já foi um homem ativo, está se recuperando, porém permanece mais fragilizado e com sequelas da doença.

A filha Karen OsentonП enfrentou uma sequência de falhas médicas que colocaram a vida de seu pai, David Osenton, em risco na cidade de Oxford. Após dias de piora no setor de cardiologia do John Radcliffe, a família acionou Martha’s rule, permitindo uma segunda opinião urgente que precipitou a intervenção necessária.

David, um engenheiro aposentado na casa dos 70 anos, chegou a ficar tão fraco que mal levantava a cabeça. O quadro evoluiu desde que procurou o médico de família, com suspeita de insuficiência cardíaca, até receber atendimento apenas após o não atendimento em unidades de emergência subsequentes. A cama ficava próxima à estação de enfermagem.

Segundo a filha, cada dia foi de piora. Karen pediu atendimento imediato ao ver o pai debilitado, sem dormir, sem comer e com icterícia. Em resposta, o pedido de uma consulta com um cardiologista apareceu pouco depois da invocação da Martha’s rule, trazendo uma equipe de especialistas ao quarto em minutos.

A intervenção levou David a entrar na UTI dentro de uma hora, com diagnóstico de insuficiência cardíaca grave e falência de múltiplos órgãos. A avaliação de um consultor foi de que ele era o paciente mais grave do hospital naquele momento.

O Oxford University Hospitals NHS foundation trust reconheceu falhas no atendimento. Em nota, a instituição pediu desculpas e disse que houve atrasos atribuídos a pressões de serviço e limitações de pessoal, além de falhas de comunicação entre equipes que atrasaram a decisão cirúrgica de reparo da válvula cardíaca.

Após a internação, o tratamento foi considerado excepcional pela equipe médica. Karen, porém, sustenta que a situação poderia ter sido evitada sem chegar à UTI, destacando a importância de vigilância contínua pelos pacientes e familiares.

A família permanece irritada com a forma como as preocupações de Kathleen foram tratadas anteriormente. Karen ressalta que muitos pacientes não sabem defender seus direitos, destacando a necessidade de atuar quando algo não está certo.

Em resposta, o chefe médico do OUH, Prof. Andrew Brent, reconheceu que parte do atendimento não atingiu os padrões. Ele ressaltou o compromisso da instituição em ouvir pacientes e familiares, usando Martha’s rule para ampliar salvaguardas na assistência. O Desfecho para David foi positivo, com recuperação gradual.

Martha’s rule e lições da experiência

O caso reafirma o papel da regra de Martha em permitir segunda opinião rápida para pacientes que estejam em risco. A instituição enfatiza que a prática fortalece a comunicação entre pacientes, familiares e profissionais de saúde, promovendo decisões mais seguras.

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