Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Oposição atribui derrotas de Lula no Legislativo à mobilização e articulação política

Oposição responsabiliza mobilização social e articulação política pela derrota no STF e pela derrubada do veto da dosimetria no Congresso

Parlamentares comemoram resultado da votação. Em destaque, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
0:00
Carregando...
0:00
  • A oposição atribui as derrotas seguidas de Lula no Legislativo à mobilização social, articulação política e à atuação da cúpula do Congresso, com destaque para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
  • A rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e, no dia seguinte, a derrubada do veto ao projeto da dosimetria seriam uma sequência que sinaliza mudança no ambiente do Congresso.
  • Parlamentares destacam que houve pressão de familiares de condenados e que a pauta avançou após a atuação de Alcolumbre para destravar o veto.
  • Na Câmara, o Novo aponta fatores como mobilização de famílias, mais de trinta assinaturas e ocupação da mesa para a sessão como elementos da vitória.
  • Governistas criticaram a condução da sessão, afirmando que houve atropelo regimental para derrotar o Planalto, enquanto a oposição vê o episódio como indicativo de maior protagonismo do Legislativo.

A oposição atribui as derrotas seguidas de Lula no Congresso a uma combinação de mobilização social e articulação política, que ampliou a pressão sobre o Executivo. A leitura é de que a cúpula do Legislativo, em especial o presidente do Senado, ajudou a destravar pautas relevantes para o bloco oposicionista.

Na sequência, a rejeição à indicação de Jorge Messias para o STF e, um dia depois, a derrubada do veto ao projeto da dosimetria teriam sinalizado uma mudança no clima político. Parlamentares afirmam que o resultado não foi isolado, mas fruto de atuação conjunta entre Câmara e Senado.

Para o deputado Filipe Barros, a sequência revela uma mudança de percepção no Parlamento. Ele aponta que houve falhas no respeito a garantias fundamentais nos processos. A ideia é de que o Congresso reconheceu dissonâncias com o arcabouço constitucional.

O senador Jorge Seif acrescenta que o avanço teve apoio da observância de regras regimentais e da condução da presidência do Senado. Segundo ele, o veto enfrentava atraso que já justificava o trancamento de pauta. A leitura é de esforço conjunto entre as Casas.

Na Câmara, o líder do Novo, Marcel van Hattem, cita pressão de familiares, mobilização com mais de 30 assinaturas e ocupação da mesa para sustentar a sessão. Ele aponta que a pauta é prerrogativa do Parlamento e que a atuação conjunta foi decisiva para o resultado.

A deputada Caroline de Toni ressalta a importância da percepção sobre a proporcionalidade das penas na formação de maioria. Ela defende que decisões de justiça devem refletir as devidas proporções, sob argumento de que condenações não podem ultrapassar limites legais.

A percepção comum entre parlamentares é de que a atuação do presidente do Senado, a mobilização de familiares de condenados e a articulação oposicionista, aliadas ao desgaste do governo no Congresso, criaram condições para as vitórias. O episódio é visto como indicativo de maior protagonismo do Legislativo.

Reação da base governista

Parlamentares da base criticaram a condução da sessão sob Davi Alcolumbre, afirmando que o veto foi pautado como item único, sem considerar outros vetos antigos. Aliados do governo classificam o movimento como atropelo regimental para provocar derrota simbólica ao Planalto.

Durante a votação, a base sustenta que a derrubada do veto pode gerar insegurança jurídica ao alterar critérios de cumprimento de pena de forma retroativa. Acreditam que a mudança beneficia indivíduos ligados aos atos de 8 de janeiro, vistos como adversários da democracia.

Nos bastidores, líderes governistas reconhecem o peso do ambiente político. O responsável pela articulação no governo admite que o ânimo de derrota após Messias influenciou a votação seguinte e a fragilização da base diante do avanço oposicionista.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais