- A união entre PT e PDT no Rio Grande do Sul levou a esquerda a liderar as perspectivas para o governo, após a retirada da candidatura do PT.
- Juliana Brizola (PDT) surge à frente em cenários de segundo turno contra Luciano Zucco (PL), com 35% a 37%; Zucco fica com 27%.
- Contra o vice-governador Gabriel Souza (MDB), Brizola aparece com quase vinte pontos a mais; se Brizola não disputasse, Zucco lideraria contra Souza.
- No primeiro turno, Brizola tem 24% e Zucco 21%; Gabriel Souza registra 6%.
- A pesquisa foi realizada com 1.104 eleitores em 62 municípios entre 24 e 28 de abril, com 95% de confiança e margem de erro de 3 pontos percentuais; o PT retirou a candidatura e apoiou Brizola na chapa.
A união entre PT e PDT no Rio Grande do Sul, com a retirada inédita da candidatura petista, coloca a esquerda na frente da disputa pelo governo estadual. O resultado aparece em levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quinta-feira, 30, com base em 1.104 eleitores de 62 municípios gaúchos pesquisados entre 24 e 28 de abril. O estudo tem 95% de confiança e margem de erro de três pontos percentuais.
Contexto da aliança PT-PDT
Na simulação de segundo turno, Juliana Brizola, pedetista e neta de Leonel Brizola, aparece na liderança, variando de 35% a 37% das intenções de voto. O adversário mais provável seria o deputado federal Luciano Zucco (PL), com 27% — dois pontos abaixo quando a margem de erro é considerada no limite.
Quando o cenário envolve o vice-governador Gabriel Souza (MDB) como o oponente, Brizola mantém vantagem expressiva, com quase vinte pontos a mais. Se Brizola não disputasse, Zucco seria o líder contra Souza.
Desdobramentos e números do pleito
No primeiro turno, Brizola também aparece à frente, com 24% das intenções de voto, seguido por Zucco com 21%. O deputado federal tem destaque entre os demais nomes, incluindo Souza, que aparece com 6%.
O levantamento também aponta avaliação sobre o governo de Eduardo Leite (PSD). A gestão é aprovada por 51% dos entrevistados e desaprovada por 39%, enquanto 10% não responderam. Ainda segundo os dados, 49% dos eleitores afirmam que Leite não merece indicar um nome para sucedê-lo, contra 39% que discordam dessa ideia.
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