- Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, evitou afirmar que Lula cometeu erro ao não considerar alertas sobre a possível derrota de Messias.
- O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, com 34 votos a favor e 42 contra.
- Camilo Santana teria alertado Lula sobre o cenário desfavorável um dia antes da sabatina, chegando a sugerir o adiamento da análise.
- Randolfe afirmou que a atribuição de escolher ministros é do presidente e que o Senado cumpriu seu papel na votação.
- A sabatina já havia sido adiada anteriormente, segundo o líder do governo.
O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), evitou afirmar que houve erro de cálculo político por parte do presidente Lula ao deixar de seguir alertas de aliados sobre a possibilidade de derrota de Jorge Messias no plenário do Senado. A votação ocorreu no Senado, em que Messias foi rejeitado para vaga no STF.
Segundo relatos, o ex-ministro Camilo Santana teria alertado Lula sobre o cenário adverso um dia antes da sabatina e sugerido a possibilidade de adiar a análise do nome. A indicação chegou a enfrentar forte resistência no plenário.
Na votação realizada, Messias recebeu apenas 34 votos favoráveis, abaixo dos 41 necessários, e recebeu 42 votos contrários. Randolfe afirmou que cabe ao presidente nomear o ministro e que o Senado cumpriu seu papel ao concluir o processo na data da sabatina.
O líder do governo também ressaltou que houve um histórico de adiamentos em sabatinas anteriores, mas manteve o tom de que a decisão sobre o ministro era prerrogativa presidencial. A declaração foi feita um dia após o revés no Senado. Fonte: reportagem da Veja.
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