- O vereador Rick Azevedo, do PSOL no Rio de Janeiro, fundador do movimento VAT, afirmou que um rompimento entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, poderia fortalecer a ideia de que o Congresso é “inimigo do povo” e impulsionar a mobilização pela fim da escala 6×1.
- A avaliação ocorre diante de manifestações previstas em mais de quarenta cidades no 1º de maio.
- Azevedo disse que o afastamento seria um indicativo de desconexão entre o parlamento e a população, chamando o Congresso de “agro e do empresariado”.
- Ele também mencionou a expectativa de avançar para uma jornada de até quarenta horas semanais e obter a jornada de cinco dias por semana ainda no primeiro semestre de 2026, por meio de PECs na Câmara ou de projeto do governo.
O vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ) afirmou que um possível rompimento entre o governo Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), pode fortalecer a operação de mobilização contra o Congresso. A declaração integra a pauta do movimento VAT (Vida Além do Trabalho).
Azevedo disse que essa linha de ruptura poderia servir de sinal para ampliar o discurso de que o parlamento está afastado da população. O manifesto é parte da estratégia para a campanha pelo fim da escala 6×1, com ações previstas em mais de 40 cidades no 1º de Maio.
Segundo o vereador, o objetivo é pautar mudanças trabalhistas, como a redução da jornada para 40 horas semanais e a cobrança de 5×2, ainda no primeiro semestre de 2026. As propostas aparecem em PECs na Câmara e em projeto do governo.
O VAT vem estruturando a mobilização com o mote Congresso inimigo do povo, parte de uma ação nacional para ampliar participação popular. Azevedo aponta que a atual relação entre Legislativo e sociedade pode ser fator decisivo na agenda.
Azvedo citou duas propostas para avançar a pauta: uma PEC protocolada por ele e pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e outra pela equipe governamental, com urgência para votação. Ambos os projetos tratam de encurtar a jornada de trabalho.
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