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Senadores dizem ter pressão popular semelhante à do impeachment de Dilma

Senadores da direita dizem ter recebido pressão popular semelhante à do impeachment de Dilma para rejeitar Messias no STF, via mensagens, e-mails e redes

Jorge Messias, indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que foi rejeitado pelo Senado na quarta-feira (29)
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  • Senadores da oposição afirmam ter recebido pressão popular, comparável ao impeachment de Dilma Rousseff, para a rejeição ao advogado-geral Jorge Messias para o STF.
  • A afirmação foi feita à CNN por parlamentares de direita bolsonarista e do Centrão, inclusive que atuavam na época do impeachment.
  • Segundo eles, a pressão chegou por mensagens de WhatsApp, e-mails e menções nas redes sociais.
  • Há relatos de pressão também associada a pedidos da Faria Lima para votar contra Messias, visando desgastar o governo Lula e o STF.
  • O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) é citado como figura que mobilizou eleitores e impulsionou a pressão nos gabinetes.

O que aconteceu: senadores da oposição e de partidos do Centrão relataram à CNN Brasil ter recebido uma onda de pedidos contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF, comparando a pressão com a vivenciada durante o impeachment de Dilma Rousseff em 2016. A afirmação envolve principalmente vazamentos de mensagens de WhatsApp, e-mails aos gabinetes e menções em redes sociais.

Quem está envolvido: parlamentares bolsonaristas e integrantes do Centrão disseram ter recebido esse movimento. Além disso, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que realizou campanha aberta contrária à indicação, é citado como influenciador do posicionamento entre eleitores e apoiadores nas ruas e online.

Quando e onde: o relato refere-se ao período recente, durante a discussão sobre a nomeação de Messias para o STF. As informações foram apuradas pela CNN Brasil junto a senadores que atuaram no impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, e a parlamentares da atual base governista.

Por quê: segundo os relatos, a pressão buscou desgastar o governo Lula e o próprio STF, associando a nomeação a interesses políticos. Os relatos apontam que mensagens de gabinetes e atividades nas redes teriam sido utilizadas para consolidar a oposição à indicação.

Contexto

A orientação é manter-se atento a novas informações oficiais e aos desdobramentos da pauta. As fontes citam a Faria Lima como referência de movimento de apoio contrário à nomeação, ressaltando o papel de redes sociais na mobilização.

Dados adicionais

Não foram fornecidos números oficiais sobre o volume de mensagens ou o alcance exato das campanhas. A CNN Brasil ressalta que o material descreve uma pressão de bastidores sem indicar uma posição formal de parlamentares.

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