- A Primeira Turma do STF tornou o pastor Silas Malafaia réu em ação penal por injúria contra o comandante do Exército, Tomás Paiva, nesta terça-feira, 28 de abril.
- A decisão acolhe parcialmente a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentada contra o líder religioso.
- O crime teria ocorrido em declarações proferidas em abril de 2025, durante ato político na Avenida Paulista, em São Paulo.
- Malafaia afirmou, nas redes sociais, que o processo representa perseguição política e questionou o foro do STF.
- A acusação central envolve falas feitas pelo pastor durante uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
O STF aceitou nesta terça-feira, 28 de abril, a denúncia e tornou Silas Malafaia réu em ação penal por injúria contra o comandante do Exército, Tomás Paiva. A decisão partiu da Primeira Turma e envolve declarações proferidas em abril de 2025 durante ato político na Avenida Paulista, em São Paulo.
A acusação, apresentada pela Procuradoria-Geral da República, sustenta que o pastor ofendeu a honra de Paiva durante a manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O processo tramita no STF e avança conforme o rito penal.
Em resposta, Malafaia afirmou nas redes sociais que está sofrendo perseguição política e questionou o foro do STF para o caso. O episódio ocorreu no contexto de críticas a autoridades militares e ao governo, segundo a denúncia.
Contexto e desdobramentos
O processo envolve ainda a atuação do interrogatório e eventual defesa do réu, com etapas previstas no regimento do STF. A denúncia aponta trechos que teriam causado injúria ao comandante do Exército.
A decisão não encerra o caso. Ao longo do trâmite, novas informações e testemunhos podem influenciar o andamento processual e eventual desfecho judicial.
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