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Tebet é citada como alternativa ao STF após recusa de Messias

Tebet é citada como possível vaga no STF, mesmo sem sondagem formal, em meio à recusa de Messias e pressão por indicação feminina

Simone Tebet, ex-senadora e ex-ministra do Planejamento e Orçamento
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  • Com a recusa de Jorge Messias, Simone Tebet passou a ser citada como alternativa para uma vaga no STF pelo governo e pelo PT.
  • Tebet é ex-ministra do Planejamento e, atualmente, pré-candidata ao Senado por São Paulo pelo PSB; ainda não foi sondada.
  • A ideia é que a indicação de Tebet possa levar o presidente Davi Alcolumbre a recuar da resistência e abrir uma sabatina antes do período eleitoral.
  • Lula tem mostrado confiança em Tebet nos últimos anos, embora o presidente ainda não tenha decidido sobre uma nova indicação.
  • Além de Tebet, aparecem no radar nomes como a advogada Carol Proner e a procuradora da AGU Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha.

Com a recusa à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, o nome de Simone Tebet ganhou força como alternativa para uma vaga no STF. A ideia partiu de membros do governo e de deputados do PT, em meio a debates internos sobre a composição da corte.

Tebet, ex-ministra do Planejamento e hoje pré-candidata do PSB ao Senado por São Paulo, já foi citada anteriormente para o tribunal. Ela tem simpatia de parte da legenda e de ministros do STF, como Gilmar Mendes e Flávio Dino, segundo apurações.

A aposta é que a indicação possa influenciar a posição do presidente da Câmara, Davi Alcolumbre, permitindo sabatina antes do ciclo eleitoral. Lula tem cultivado aproximação com Tebet nos últimos anos, mas ainda não houve sondagens formais.

Até o momento, Tebet não foi sondada sobre a hipótese. Ela tem indicado favoritismo à candidatura ao Senado, mantendo liderança em pesquisas. A decisão presidencial sobre a indicação permanece em avaliação.

Atores envolvidos

Além de Tebet, nomes citados no Palácio do Planalto para a vaga são a advogada Carol Proner e a procuradora federal Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha, da AGU. Não houve confirmação de sondagens oficiais.

Contexto e desdobramentos

A compreensão de ministros e dirigentes é de que a escolha pode sinalizar alinhamento com uma mulher para a vaga. A análise interna busca manter equilíbrio entre forças políticas e institucionais, sem preconceitos de gênero.

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