- A reunião para definir o plano de trabalho da comissão especial ficou marcada para a terça-feira, dia cinco.
- Estão na pauta pedidos de audiência pública com sindicatos e institutos de pesquisa, seminários sobre o tema em São Paulo e Minas Gerais e o convite ao ministro Guilherme Boulos para ir à comissão.
- O presidente da comissão, Alencar Santana, afirmou que as derrotas recentes do governo no Congresso não atrapalharão a discussão da matéria.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, convocou sessões deliberativas extras para acelerar a contagem do prazo de apresentação de emendas na comissão, de segunda a sexta da próxima semana.
- A partir da 11ª sessão, o relator Leo Prates poderá apresentar o relatório final, com a meta de aprovar o texto ainda no mês de maio.
A comissão especial que analisa propostas de emenda à Constituição para acabar com a escala 6×1 marcou uma reunião para definir seu plano de trabalho na próxima terça-feira, 5. O encontro deverá tratar de pedidos de audiência pública com sindicatos e institutos de pesquisa, além de seminários em São Paulo e Minas Gerais e de um convite ao ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência.
O presidente da comissão, Alencar Santana (PT-SP), afirmou que as derrotas do governo em votações no Congresso não devem alterar o ritmo da análise. Segundo ele, o tema é prioridade para o Palácio do Planalto e deve avançar neste mês.
Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, convocou sessões deliberativas extras no plenário para acelerar o prazo de emendas na comissão. O calendário prevê 10 sessões plenárias para apresentação de emendas, com a 11ª sessão abrindo caminho para o relatório final do relator.
As sessões extraordinárias vão ocorrer de segunda, 4 de maio, a sexta, 8 de maio. Segundo o regimento, as emendas devem chegar à comissão especial ao longo dessas sessões para compor o parecer.
Durante a semana, o plenário poderá discutir a contagem do prazo de tramitação e a forma de apresentar emendas. A votação do relatório final fica condicionada ao andamento do cronograma de audiências e seminários previstos.
Na visão de Motta, a iniciativa busca entregar o texto ainda em maio, mantendo o equilíbrio nas decisões. A pauta envolve o fim da jornada 6×1, com redução de jornada e descrédito salarial, conforme apontado por membros da base governista.
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