- O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, decretou calamidade pública no estado após fortes chuvas que causaram alagamentos e danos em diversas cidades.
- A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) informou que ao menos três municípios tiveram volumes de chuva recordes nas últimas 24 horas, sendo o maior em Alhandra, com 191 mm.
- Em Ingá, o transborde de um rio que corta a cidade levou à destruição de uma ponte.
- Em Itabaiana, as chuvas também derrubaram uma ponte e abriram uma cratera no local.
- O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) interditou trechos da PB-032, na região de Pedras de Fogo; da PB-054 e da BR-230, em Itabaiana; e da PB-066, em Ingá.
O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (Progressistas), decretará calamidade pública no estado após fortes chuvas que alagaram cidades e comprometeram estruturas. A medida foi anunciada nesta sexta-feira (1º/5). O decreto permite ações emergenciais para atendimento à população e reconstrução.
Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), ao menos três municípios registraram volumes de chuva recordes nas últimas 24 horas. Em Alhandra, o registou chegou a 191 mm, o maior desde informações comparáveis dos últimos 30 anos. Os dados constam no levantamento da agência.
A chuva intensa provocou danos em Ingá, onde um rio que corta a cidade transbordou e levou à destruição de uma ponte que liga o município. Em Itabaiana, outra ponte também foi atingida, com a abertura de uma cratera no local. O quadro gerou necessidade de medidas de resposta rápida.
Desdobramentos
O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) interditou trechos rodoviários devido aos estragos. Estão fechados o trecho da PB-032, na região de Pedras de Fogo; da PB-054 e da BR-230, em Itabaiana; e o trecho urbano da PB-066 em Ingá. Equipes trabalham para avaliação de danos e sinalização.
A continuidade das chuvas preocupa autoridades municipais e estaduais, que mobilizam equipes de defesa civil, saúde e assistência social. Não houve ainda confirmação oficial de desabrigados, mas as autoridades mantêm monitoramento de rios e vias.
Entre na conversa da comunidade