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Haddad diz que meta é jornada 7×0 para reeleição de Lula

Haddad diz que atuará em jornada 7×0 para reeleger Lula, buscando um governo que amplie direitos dos trabalhadores e limite interesses da elite

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista à imprensa em Brasília 18/12/2025 REUTERS/Adriano Machado
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  • Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, afirmou que vai trabalhar numa jornada “7 x 0” para defender a reeleição de Lula.
  • O objetivo é evitar que o próximo governo atenda apenas aos interesses do “andar de cima” e prejudique trabalhadores.
  • O anúncio foi feito em ato do Dia do Trabalho na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista.
  • Participaram Marina Silva e Simone Tebet, cotadas para disputar o Senado por São Paulo na chapa com Haddad.
  • Haddad citou críticas a propostas de venda de patrimônio público, atribuídas a adversários, como Petrobras e Banco do Brasil, e ressaltou a defesa de direitos dos trabalhadores.

O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad reafirmou que atuará com foco total na reeleição de Lula, adotando a expressão “jornada 7 x 0” para simbolizar esforço máximo nas eleições. O objetivo, segundo ele, é que o próximo governo foque no desenvolvimento social e econômico, evitando atender apenas aos interesses do segmento mais privilegiado.

A declaração aconteceu durante ato do Dia do Trabalho na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista. Haddad destacou a necessidade de manter um horizonte voltado à melhoria das condições dos trabalhadores até outubro.

Também participaram do ato Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, e Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento. As duas também são cotadas para disputar o Senado por São Paulo na chapa com Haddad. O grupo reiterou propostas voltadas a ampliar direitos e preservar patrimônios públicos.

Haddad mencionou críticas a discursos que, segundo ele, defendem a venda de ativos como Petrobras e Banco do Brasil, associando tais propostas a uma agenda de redução de direitos dos trabalhadores. O tom foi de defesa de políticas que promovam inclusão social e proteção aos trabalhadores.

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