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Moraes diz que cirurgia de Bolsonaro exige monitoramento rigoroso e cautelas

Medida para cirurgia de Bolsonaro condiciona monitoramento rigoroso, cautelas e escolta policial durante internação em Brasília

O ministro Alexandre de Moraes em sessão plenária do STF | Divulgação/Ton Molina/STF
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  • O ministro Alexandre de Moraes autorizou a cirurgia de Bolsonaro com condições de monitoramento rigoroso e cautelas durante a internação.
  • O procedimento no ombro direito será realizado em Brasília nesta sexta-feira; Bolsonaro passou por exames preparatórios.
  • A decisão aponta que relatórios médicos comprovam a necessidade da cirurgia e atestam que Bolsonaro está apto para o procedimento.
  • Como Bolsonaro está em prisão domiciliar, a autorização dependeu do direito à saúde; ele será escoltado pela Polícia Militar do Distrito Federal e ficará sob vigilância durante a internação, com visitas restritas à esposa.
  • A defesa deverá apresentar relatório médico detalhado em até 48 horas após a cirurgia; descumprimento pode levar à reavaliação da prisão domiciliar; anteriormente, ele ficou duas semanas no mesmo hospital tratando broncopneumonia.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro com condições de monitoramento rigoroso e cautelas durante a internação em Brasília. A operação está marcada para esta sexta-feira (1º).

Bolsonaro foi internado pela manhã para realizar cirurgia no ombro direito, após exames preparatórios. A defesa aponta dor persistente, limitação de movimentos e uso diário de analgésicos.

A decisão indica que a necessidade cirúrgica foi comprovada por relatórios médicos e fisioterapêuticos, e que o ex-presidente está apto para o procedimento. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde o fim de março.

Por se encontrar em custódia, a autorização envolveu salvaguardas como escolta da PM do Distrito Federal durante o deslocamento e vigilância durante a internação. Visitas ficaram suspensas, exceto da esposa, Michelle Bolsonaro.

A defesa tem prazo de 48 horas após a cirurgia para apresentar um relatório médico detalhado. O descumprimento das condições pode levar à reavaliação da prisão domiciliar.

Antes da autorização, Bolsonaro já havia passado duas semanas internado no mesmo hospital para tratar broncopneumonia.

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